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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

30/03/2015 12:00

Jovens cercaram e espancaram adolescente desmaiado, conta mãe

Filipe Prado

O adolescente de 17, assaltado e espancado por oito jovens no ponto de ônibus em frente ao Shopping Campo Grande, na Avenida Afonso Pena, estava em observação na Santa Casa, mas já recebeu alta. A mãe do menino, a professora Ana Patrícia Damasceno, 37, contou que os rapazes o cercaram e o chutaram, enquanto ele estava desmaiado.

Segundo o relato do adolescente à mãe, ele estava saindo de uma sessão de cinema e, por volta das 21h, foi até o ponto, onde pegaria um ônibus e ir para a casa. Ele sentou e um dos bancos, junto com mais dois amigos, quando um grupo de adolescentes se acomodou ao seu lado.

Ele percebeu que tinham tirado seu celular e quando se levantou levou uma pancada na cabeça, caindo em seguida. Os adolescentes se reuniram em volta da vítima e começaram a espancá-lo. Foram levados o par de tênis, o celular e a carteira.

Um policial que passeava com a família viu o adolescente sendo agredido e agiu. Ao notar a presença dele, o grupo se dispersou, mas dois foram apreendidos. Um terceiro tentou se esconder dentro do shopping e acabou foi detido pela equipe de seguranças. Eles, que têm 16, 17 e 18 anos, foram levados para a delegacia e liberados após prestarem esclarecimentos

“É complicado para uma mãe. Meu filho trabalha a semana inteira e quando ele sai, vem uma pessoa pra roubar e bater”, desabafou a professora. Para Ana, o ponto de ônibus precisa de um patrulhamento maior da polícia, já que “esta não foi a primeira e nem a segunda vez que isso aconteceu”.

O adolescente passa bem e sofreu algumas luxações pelo corpo e arranhões. A Polícia Civil investiga o caso.



O problema não é o local, nem a hora, nem o dia ou condições. O problema é falta de medida punitiva por parte do estado. Não só punitiva como tratativa. O Estado não trata nenhum delinquente. Não é facultar o estudo ou o trabalho dentro da cadeia, é forçar o marginal a aprender. É fazer de uma maneira mais dura e firme aquilo que nenhum deles tiveram em casa, pois se for fazer uma análise desses indivíduos, quase que em sua totalidade é composta por sujeito vindo de família pobre ao extremo, de pai e mãe que nunca exerceram, de fato, o poder paterno, que nunca corrigiram o filho e que também não são exemplos de comportamento social e de conduta moral dentro de casa, muito menos na comunidade onde vivem. Um cidadão que cresce sem regras, viverá à seu modo, e muitas vezes à margem da lei.
 
MPMS em 31/03/2015 09:31:26
SÓ A MARGINAL NESSE SHOPPING, UM BANDO DE FAVELADOS, LADRÕES. MARGINAL NÃO PODE FICAR SOLTO POR AI NÃO.
 
japa em 30/03/2015 17:32:29
Caro leitor(max) acho que todos temos o direito a opinião,só que todas devem se ter um pouco de noção do que fala,afinal dizer que somente policias de folga trabalham ou que viaturas rodão atoa é ser muito ignorante,e não saber nada do que esta falando,pois posso te dizer que se tivessem mais viaturas e combustível para rodar,a criminalidade seria bem menor ou você é tao estupido de achar que o criminoso age na presença da policia,tenha um pouco mais de gabarito em seus comentários ,as informações estão ai para todos verem a realidade da policia,troque um pouco do tempo que usou para escrever e leia um pouco mais.
 
nego em 30/03/2015 16:20:40
Aqui em Campo Grande só trabalha policial que tá de folga, pode pegar um retrospecto do ano passado, todos os crimes que foram evitados ou houve troca de tiros na hora do assalto foi evitado por policiais de folga, e agora o unico que socorreu o menino foi um policial que estava passeando com a familia, os policiais que estão trabalhando, na verdade ficam dando rolezinho na cidade e gastando a gasolina da viatura, ou ficam parados em alguma padaria comendo, ou pior, ficam parando trabalhador só porque tá de moto e tratando como criminoso, a policia tinha que rever todo o seu quadro.
 
Max em 30/03/2015 15:14:59
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