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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

08/04/2011 15:05

Juiz ouve mais 4 testemunhas de acusação de policial que matou esposa

Nadyenka Castro

Audiência será em maio

Paulo Cezar Lucas, de azul, no dia da primeira audiência sobre o caso. (Foto: João Garrigó)Paulo Cezar Lucas, de azul, no dia da primeira audiência sobre o caso. (Foto: João Garrigó)

A Justiça ouve em maio mais quatro testemunhas de acusação do assassinato da agente de saúde Luciana Chaves Farias, de 35 anos, ocorrido em 30 de janeiro deste ano, em Campo Grande.

Também no mês que vem serão ouvidas as testemunhas de defesa do policial militar Paulo Cezar Lucas, assassino confesso de Luciana. Os dois conviveram por 16 anos e no dia do crime estavam separados havia duas semanas.

A audiência de acusação está marcada para começar as 15h30min do dia 10 e a de defesa para o dia 24, a partir das 15 horas, na 2ª Vara do Tribunal do Júri.

Será a segunda audiência de acusação. Na primeira foram ouvidas familiares da vítima, incluindo a filha mais velha do casal, e também o delegado Higo Arakaki, que esteve no local do crime e autuou o autor em flagrante.

As testemunhas falaram sobre as constantes brigas do casal motivadas por ciúmes e também sobre o que poderia ter levado Luciana a ir à quitinete onde o ex-marido estava morando, no Coophavila, local do assassinato.

Para esclarecer o motivo da vítima ter ido à quitinete, o juiz Aluízio Pereira dos Santos, determinou a quebra de sigilo telefônico do celular do casal.

Conforme ofício do magistrado encaminhado à operadora de telefonia móvel serão analisadas as ligações feitas e recebidas por ambos nos dias 29 e 30 de janeiro.

O caso- O policial matou Luciana a tiro. O militar alegou que ouviu a porta ser arrombada e viu uma pessoa entrando. Pensando ser um ladrão ele atirou na ex-esposa, que chegou a ser socorrida, mas morreu antes de receber atendimento médico.

Perícia constatou que a porta havia sido danificada pelo lado de dentro e que havia uma poça de sangue, e não rastro.

Foi verificado ainda que Luciana tinha um hematoma na testa e dois causados

por arma de fogo.

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