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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

05/05/2011 13:47

Juiz veta familiares e imagens em audiência sobre morte de segurança

Marta Ferreira e Nadyenka Castro
Cristiano esconde rosto ao ver presença da imprensa.Cristiano esconde rosto ao ver presença da imprensa.

Nem familiares da vítima nem do acusado puderam assistir, nesta tarde, a primeira audiência do processo em que o bacharel em Direito Cristhiano Luna de Almeida, de 23 anos, é réu pela morte do segurança Jefferson Bruno Gomes Escobar, também de 23 anos, ocorrida na madrugada do dia 19 de abril.

Proibidos de entrar na sala de audiência, os familiares de Brunão, como era conhecida a vítima, se concentraram nas duas entradas do Fórum, usando camisetas com a foto dele e a inscrição “Eterno Brunão” e distribuindo adesivos com a mesma frase.

Também não foi permitido fazer imagens na sala de audiências, procedimento normalmente autorizado por esse magistrado. A explicação dada é que veto às famílias foi para evitar manifestações dentro da sala de audiências.

Outro argumento é que, como são 17 testemunhas a serem ouvidas, o espaço era pequeno para permitir a entrada de muitas pessoas.

Sem poder entrar em sala de audiência, familiares de Brunão seguram cartazes de protesto em frente ao Fórum. (Foto: Simão Nogueira)Sem poder entrar em sala de audiência, familiares de Brunão seguram cartazes de protesto em frente ao Fórum. (Foto: Simão Nogueira)

Cristhiano participa da audiência. Entre as testemunhas de acusação, estão a mãe de Brunão e um vendedor de bombons que testemunhou a confusão que resultou na morte do segurança.

O bacharel em Direito é acusado pelo Ministério Público Estadual de homicídio doloso duplamente qualificado, por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima. Ele também está sendo processado por injúria qualificada, por ter feito declarações racistas a um garçon da boate onde tudo aconteceu.

O réu ficou preso desde o dia da morte de Brunão até segunda-feira, quando o Tribunal de Justiça concedeu a liberdade provisória, e impôs diversas restrições a Christiano Luna, entre elas a obrigatoriedade de estar em casa às 22h, o veto ao consumo de bebidas e à ida a casas noturnas.



Boa Jean,seu comentário foi ótimo.Claro que isso é coisa de mamis e papis.Exemplo disso é o caso dos Nardoni,o pai matou a filha,os avós paternos creem piamente em sua inocência .E assim vai,cada um protege seus bandidos como pode.
 
Andréa Santos em 05/05/2011 04:32:11
Isso não é uma fatalidade, ele tem histórico de agressões, não é a primeira vez que isso acontece.
Ja aconteceu no estacionamento da UCBD.
Ja aconteceu no Parque de Exposições Laucídio Coelho.
E aconteceu na Valley (Isso até onde se sabe).
"Fatalidade é alguém segurar uma arma ela disparar e matar alguém".
Isso pra mim é fatalidade, agora toda vez que esse rapaz bebe, caça confusão!
Por que ele só foi retirado do local por que provocou os garçons.
A sorte desse rapaz é que sua família tem dinheiro.
"A JUSTIÇA EM NOSSO PAÍS É VERGONHOSA".
 
Geovani Santana em 05/05/2011 04:29:38
Peraí, deixa eu ver se entendi os comentários do Gustavo e Juliana

"ô pobrezinho, coitadinho, bom menino estava na boate. Tadinho, só queria sentir as nádegas e humilhar o malvado garçon. Vem o vilão malvado, retirar o coitadinho da boate com truculência. Porque truculência? Era só pedir que ele ia embora! Nisso que foram agressivos com o pobrezinho que não estava fazendo nada, ele se defendeu e matou o vilão truculento, mas isso foi fatalidade!"

Fala sério né! Só pode ser pai e mãe desse muleque, só pai e mãe de marginal vê o filho assim.
Ele MATOU, tirou a vida, fez uma mãe chorar, por motivo tosco, tava aprontando na boate e o segurança foi fazer o serviço dele! Isso não é fatalidade! É bandido, é criminoso sim!
Bom garoto não faz o que ele fez, bom rapaz respeita, sabe se portar, bom rapaz não mata.

Tem coisa que a gente lê que revolta mesmo.
 
Jean Santos em 05/05/2011 04:16:16
os coleguinhas dele acham um santo, tudo farinha do mesmo saco, a elite com seu dinheiro compra tudo, se nao tiver justiça aqui, logo mais ele vai encontrar.
 
jose carlos em 05/05/2011 04:08:28
é com tristeza que vejo estes comentários dizendo que o Cristiano não é capaz de matar ninguém, o que aconteceu não foi um crime???.. deixa este rapaz (cristiano) matar um filho seu, par você mudar de opinião rapidinho, penso que uma pessoa quando sai para se divertir é para se divertir mesmo, não matar como aconteceu. Se ele (Cristiano) não queria "aprontar" porque não deixou os garçons em paz, (ficou passando a mão na "B" deles), ora no minimo que este rapaz merece é 15 anos de reclusão ou mais...CADEIA NELE.
 
Paulo Fernandes em 05/05/2011 04:01:49
Lamentável é o pré-julgamento, isso sim é lamentável. Quem conhece o Cristhiano sabe que ele nunca seria capaz de matar alguém. Fatalidades acontecem.
 
Juliana R. em 05/05/2011 03:45:06
Cristhiano em momento algum cai no chão para aplicar golpes, e sim ele é arremessado no chão pelos seguranças do estabelecimento. A hipótese de Cristhiano ter aplicado algum golpe já foi descarto. O que aconteceu foi uma fatalidade, ele é um ótimo rapaz e nunca teve a intenção de matar ninguém, se ele tivesse sido retirado do estabelecimento com profissionalismo provavelmente a confusão não teria chegado a esse ponto É lamentável que as pessoas o vejam como um "assassino", ele não é um "pitbull" e sim um ser humano, que comete erros como qualquer um de nós no mundo podemos cometer.
 
Gustavo R em 05/05/2011 03:43:14
Esse rapaz é um verdadeiro pittbull a solta na cidade, que com certeza não teve limite nenhum em sua educação. Infelizmente tem dinheiro e seu advogado em uma das brechas da lei brasileira o soltou. lamentavel.
Esse rapaz é um marginal só que de elite, com dinheiro. Deve permanecer enjaulado mesmo. Ele provocava garçons dentro do bar e caiu ao chão para empregar taticas de luta no chão e não foi jogado. Verdadeiro delinquente. Cadeia nele.
 
josé armirio freitas em 05/05/2011 03:01:00
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