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Capital

Testemunhas de defesa de Cristhiano Luna serão ouvidas em junho

Por Nadyenka Castro | 03/05/2011 14:10

Doze pessoas foram arroladas

Segurança Brunão foi morto quando retirava Cristhiano da casa noturna. (Foto: Arquivo de família)
Segurança Brunão foi morto quando retirava Cristhiano da casa noturna. (Foto: Arquivo de família)

A audiência para ouvir as testemunhas de Cristhiano Luna, acusado de matar o segurança Jefferson Bruno Gomes Escobar, em março deste ano, está marcada para 14 de junho, a partir das 13h15min.

Como a defesa do réu arrolou 12 pessoas para serem ouvidas, quatro a mais que o permitido por fato, o juiz Aluízio dos Santos Pereira, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, determinou que o advogado responsável “especifique e/ou vincule o nome da testemunha ao fato que pretende provar”.

O advogado Ricardo Trad tem cinco dias, a partir da data da publicação no Diário da Justiça, para cumprir a determinação do magistrado.

Antes das declarações das testemunhas de defesa, serão ouvidas as 17 pessoas arroladas pela acusação. A audiência será nesta quinta-feira (5), a partir das 13h30min, na 2ª Vara do Tribunal do Júri.

Cristhiano é acusado de matar Jefferson na madrugada do dia 19 de março na calçada da casa noturna onde o segurança trabalhava. O réu envolveu-se em uma confusão no local e quando era retirado do interior brigou com “Brunão”, como a vítima era conhecida.

O bacharel em Direito deu um soco no segurança, o qual morreu minutos depois. Cristhiano foi preso em flagrante horas depois, quando caminhava pelas proximidades de sua casa.

Ele foi autuado por lesão corporal seguida de morte, mas após a Polícia Civil ouvir diversas testemunhas e analisar imagens das câmeras de segurança o indiciou por homicídio doloso (com intenção de matar).

O MPE (Ministério Público Estadual) ofereceu denúncia pelo mesmo crime e a Justiça aceitou.

Cristhiano ficou na prisão até essa segunda-feira (2/05), quando a Segunda Turma Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul concedeu liberdade a ele.

Ele foi solto, mas está proibido de frequentar festas, academias de luta, chegar em casa após às 22 horas, ingerir bebidas alcoólicas e sair de Campo Grande. Cristhiano também está obrigado a comparecer a todas às fases do processo.

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