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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

14/10/2015 16:45

Júri desqualifica crime e filho de policial acusado de matar amigo ficará livre

Ricardo Campos Jr.
Guilherme ouvindo a sentença dos jurados (Foto: Gerson Walber)Guilherme ouvindo a sentença dos jurados (Foto: Gerson Walber)

Por quatro votos a dois, os jurados decidiram que Guilherme Henrique Santana não teve intenção de matar o amigo Ítalo Marcelo de Brito Nogueira. O caso ocorreu durante uma festa em junho de 2010, em Campo Grande. A promotoria o havia acusado por homicídio com dolo eventual, mas a defesa conseguiu desqualificar o crime. Com isso, o acusado será solto.

O advogado do réu, José Roberto da Rosa Pires, explica que o cliente deverá se apresentar uma vez por mês no Fórum para comprovar vínculo empregatício. Ele também não poderá sair do país sem autorização judicial. Daqui a dois anos, se o rapaz não tiver cometido qualquer tipo de delito, o caso será arquivado definitivamente.

A decisão desagradou a família de Ítalo. “O que eu queria, era Justiça. Desde quando mataram meu filho, foi tudo armado. Ele [Guilherme] fugiu do flagrante e o pai dele saiu como herói. Um cara que leva uma viatura com uma escopeta numa festa”, opina o pai da vítima, Ítalo Nogueira, 59 anos.

O caso - O crime aconteceu durante uma festa na casa de um amigo dos envolvidos, na Vila Piratininga, em Campo Grande. De acordo com o inquérito, Guilherme pegou a arma do pai para uma brincadeira de "luta simulada", em que, além dele e de Ítalo, participaram de outros dois rapazes.

A perícia constatou que a bala desviou em uma parede para depois acertar a cintura da vítima, fragmentando-se dentro do corpo. Guilherme foi retirado da cena do crime pelo colega de dupla sertaneja Lineker Luiz Vazes Fernanes, que inicialmente alegou não saber quem havia atirado e depois ter confessado a mentira culpando o nervosismo pelo ocorrido.

Fernanes foi processado por favorecimento pessoal, já que, segundo a polícia, ele teria recebido orientações do pai do réu para tirá-lo do local, evitando assim o flagrante. Ele aceitou cumprir trabalho voluntário e o caso foi encerrado.



Ana muito fácil você falar o que não sabe o que aconteceu la mesmo...autos do caso e inverdades armadas pela mesma policía que o Pai trabalha dando cobertura e fácil filha!! Um rapaz que diz que me desconhece sendo que conheço a mais de dez anos e as meninas também tanto que eu fui busca lo por causa do pai!! Quando pegou a arma foi para brincar de intimidar e a vitima so pegou no braço e pdiu pra que guardasse e ele não atendeu algumas pessoas gritaram q a arma estava carregada e nada!!! Assassino irresponssável isso que ele é e mentindo em frente ao juiz com a maior cara lavada, mas também não me admira filho de quem éh!! A nossa justiça e falha a de Deus não!! Ahh lamentavel essa corredoria da civil!! queria trabalhar pra andar de caminhonete com som de mais de seis mil tocando festa
 
Paulo em 16/10/2015 15:45:35
Não pré julgando, nem contrapondo a decisão, mas apresentar-se logo depois do ocorrido é o que melhor distingue algumas atitudes, mesmo que se tenha medo, ou não tenha nada a temer. Arma não é brinquedo e o pai tendo responsabilidade na guarda ou não, não exime outros de efetuarem qualquer brincadeira ou não com uma arma de fogo, e a pessoa quando pratica homicídio pode apresentar-se imediatamente e responder em liberdade. Ainda mais se o caso realmente for um acidente, mesmo que fruto de brincadeira infeliz.
 
Adriano em 15/10/2015 12:40:15
Fabiano, vc conhece os detalhes do caso? É muito fácil julgar sem saber o que realmente aconteceu. Testemunhas disseram que o rapaz abaixou a arma quando foi "agarrado", de brincadeira, pela vítima. Ele abaixou a arma para não acertar o amigo. Infelizmente, a arma disparou. Vc pode ver, até a perícia deixou claro q o tiro não foi direto, ricocheteou na parede. Logo, não houve intenção nenhuma de ferir a vítima, vc queria q ele fosse condenado como se tivesse, intencionalmente, matado uma pessoa?? Fugiu do flagrante? Óbvio, quer um, com bom senso, fugiria, ou vc ia querer ficar preso à toa? O pai tem responsabilidade? Sim, pois tem o dever legal de cautela da arma, e foi irresponsável deixando-a em um veículo destrancado, na presença de várias pessoas. Contudo, o julgamento não era do pai...
 
Ana em 15/10/2015 11:30:46
Esse é o Brasil, um filhinho de papai cujo pai é policial, onde influência as autoridades a defenderem o filhinho marginal, e ainda tem gente querendo sair de seus paises pra vim morar no Brasil, kkkkkkkk tem que ser muito retardado pra ter orgulho de morar nesse país.
 
fabiano santos em 15/10/2015 08:13:48
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