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Campo Grande, Sexta-feira, 17 de Agosto de 2018

20/02/2012 20:25

Acrissul diz que perdeu meio milhão com Laucídio Coelho interditado

Paula Maciulevicius

Impasse sobre a realização de shows na Expogrande ainda continua. Diretoria acredita que decisão deve sair nos próximos dias

Interdição não deixou que o Parque realizasse festas, mesmo em recinto fechado, o que acarretou prejuízo R$ 500 mil a Acrissul. (Foto: Arquivo/João Garrigó)Interdição não deixou que o Parque realizasse festas, mesmo em recinto fechado, o que acarretou prejuízo R$ 500 mil a Acrissul. (Foto: Arquivo/João Garrigó)

A decisão da Justiça publicada na última sexta-feira envolvendo a Acrissul e o MPE (Ministério Público Estadual) ainda não põe fim ao impasse para a realização de shows na Expogrande. A publicação se refere à ação anterior, promovida pela Promotoria de Meio Ambiente, que interditou a Acrissul há sete meses, acarretando um prejuízo estimado pela diretoria em R$ 500 mil. Enquanto isso, a diretoria aguarda para os próximos dias, parecer da Justiça quanto à realização de shows durante a Expogrande.

“Ele não esperou a sentença no juiz e atropelou. Pressionou para a prefeitura interditar. Foi uma prática ilegal e agora a Justiça entendeu que não devia interditar. Não existe lacre nem interdição mais”, explica o presidente da Acrissul em exercício, Jonathan Pereira Barbosa.

A Acrissul defende que a interdição foi feita de forma arbitrária, já que segundo o presidente em exercício, a Associação havia protocolado na Semadur o projeto total de licença ambiental para o Parque de Exposições Laucídio Coelho, em cumprimento do TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) assinado pela entidade.

A interdição pedida pelo MPE não deixou que o Parque realizasse festas, mesmo em recinto fechado, o que acarretou prejuízo de meio milhão de reais a Acrissul. Agora com a decisão derrubando a liminar, a diretoria da entidade pretende entrar com ação pedindo ressarcimento e reparação de danos.

Uma reunião deve acontecer na próxima quarta-feira entre a diretoria executiva para avaliar o que será feito. “Agora vamos acionar o Ministério Público e a prefeitura, porque durante sete meses nos impediram de faturar com aluguel, perdemos vários eventos”, completa Jonathan Barbosa.

O impasse quanto à realização de shows ainda persiste. De acordo com o presidente em exercício, a liminar em relação à Expogrande deve estar sendo apreciada pela Justiça nos próximos dias e a expectativa é de decisão o mais rápido possível.

“Devido ao tempo não temos como esperar muito. Não pode ultrapassar 30 dias que nos restam para a data, porque não poderemos fazer mais, não terá tempo suficiente para preparar a feira”, completou o presidente.



Bom,
vejamos pelo lado de crescimento e desenvolvimento para o estado.
A Expogrande, uma feira tradicionalmente conhecida é uma opção para que o estado se destaque no setor de agronegócios do país, com isso trazendo mais empregos, investimentos e tecnologia para MS. Os shows sim, a meu ver são importantes para atrair pessoa, uma vez que a música alegra. Senhores, pensemos mais no coletivo.
 
José Aparecido em 22/02/2012 10:50:37
Show é cultura, depende do show a maioria dos que vem na expogrande até os bois tapam os ouvidos.
 
walter barros em 21/02/2012 12:25:52
NOSSA NEM VOU DORMIR COM ESSA PERDA DE $DINHEIRO DOS POECUARISTAS, PAREM DE CHORAR, VCS JÁ TEM BENEFICIOS DEMAIS DOS GOVERNOS FEDERAIS E ESTADUAIS!!!!!
 
rodrigo duarte em 21/02/2012 12:18:13
Saude e educação e uma obrigação de ordem publica, Campo grande esta carente de eventos "bons", que com certeza muitos que aqui criticam, frequentam. Ser patrao ou peão cada um tem o que merece, estudo é um direito a todos. E shows é cultura....
Só não esqueca que o Agronegocio e a base da economia deste estado...
 
Frederico Paniago em 21/02/2012 12:06:16
Torço pra que não haja show não tenha exposição .E algo sem necessidade por que ao inves de se preocupar com exposiçao não se preocupe com a saude uma vergonha a segurança todo dia um monte de gente baleada ,morta um transporte coletivo de qualidade .Fica a dica.
 
randolfo em 21/02/2012 10:28:29
Todos devem cumprir a lei, senão vamos a barbárie. A ACRISSUL não pode se comportar, igualar-se ao MST que não respeita cerca, lei, propriedade. Se quer ter razão, que cumpra a lei.
 
Jose Neder Junior em 21/02/2012 10:14:17
Tomara que percam mesmo, pois vão perder por incompetência administrativa. Há uma diferença grande do Parque de Exposições pras suas fazendas, onde podem fazer tudo a quatro cercas, longe dos olhos da justiça. Aqui não, fanfarrão! Se assinaram o TAC, tem que cumprir.
 
Luis Azevedo em 21/02/2012 09:57:48
Elida apesar de eu não ser pecuarista, nem parente de pecuarista, achei o seu comentário a maior BESTEIRA que eu já li nesse respeitado site de notícias ! !
 
Guilherme Fonseca em 21/02/2012 08:24:00
A Expogrande já deveria estar longe daquele local há muito tempo, pois trata-se de um evento rural que contém bois, peões e demais equipamentos e utilitários para fazendas, sem contar os shows barulhentos que trazem danos ao meio ambiente (art. 225 da CF/88). A melhor solução para o evento seria mesmo a sua realização fora do perímetro urbano.
 
Pedro Rafael em 21/02/2012 01:36:57
Perder meio milhão? e se ganhasse esse dinheiro iria pra quem? os pecuaristas iriam investir em algum setor como saúde, segurança, etc?.Duvido ! só querem desfilar de camionetes zeradas, tomar whisk e farra,empregam pouca gente, pagam mal ao peões, são os que mais fazem distinção de classes. Exemplo: Peão não pode andar no banco da camionete do patrão, ficam lá atrás, sentados, quietos. PARA O !
 
elida cris chaves em 20/02/2012 10:42:31
a Expogrande é feira de gado ou de Show de musicas?
 
Luis Abraham Taleno em 20/02/2012 09:39:13
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