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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

05/03/2013 10:51

Médicos aguardam que gratificações cortadas sejam pagas até 6ª feira

Aline dos Santos
No posto do Guanandi, pacientes reclamaram de demora no atendimento. (Foto: Mariana Lopes)No posto do Guanandi, pacientes reclamaram de demora no atendimento. (Foto: Mariana Lopes)

Os médicos que trabalham na rede municipal de Saúde aguardam que a Prefeitura de Campo Grande regularize até sexta-feira a situação dos pagamentos em atraso. Nos dois primeiros meses da administração de Alcides Bernal (PP), as gratificações dos profissionais sofreram cortes.

De acordo com o presidente do Sisem (Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande), Marcos Tabosa, a promessa é que até dia 8 seja paga uma folha suplementar. Segundo ele, não há estimativa do valor que deixou de ser pago aos médicos. “Estamos acompanhando isso bem de perto. Junto com o sindicato dos médicos”, afirma Tabosa.

Não há movimento de greve declarado, mas, ao mesmo tempo em que os pagamentos não saem, aumentaram as reclamações de que há poucos médicos nos postos de saúde. “Se não recebe pelo plantão, o médico não é obrigado a ir”, salienta o presidente do Sisem.

Ontem, no posto Guanandi, os pacientes reclamaram da demora no atendimento. Conforme quem estava na fila, os funcionários informaram que havia redução no quadro de profissionais. A reportagem entrou em contato com o secretário de Saúde, Ivandro Côrrea Fonseca. Ele informou que se manifestaria por nota. O documento ainda não foi divulgado pela Prefeitura.

Atraso - O Sisem também espera a normalização do pagamento do Profuncionário dos administrativos da Educação. A categoria recebia acréscimo de R$ 150, correspondente ao programa, pago a quem faz curso de qualificação. No dia 14 de fevereiro, foi criada uma comissão para avaliaro o Profuncionário. 

Segundo Tabosa, o grupo era composto por servidores da Saúde. Agora, o sindicato indicou servidores da Educação. O Sisem chegou a anunciar greve geral, mas recuou após Bernal pedir um voto de confiança. O outro grupo que questionou a situação salarial foi o dos servidores da Central do Atendimento ao Cidadão de Campo Grande. Conforme Tabosa, o pagamento foi normalizado.



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