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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

30/06/2011 10:53

Ministério exige mudanças de R$ 40 mi no transporte coletivo da Capital

Aline dos Santos e Ítalo Milhomem
Sobre os corredores do transporte coletivo, o ministério quer aumento de 20% da frota.(Foto: Marcelo Victor)Sobre os corredores do transporte coletivo, o ministério quer aumento de 20% da frota.(Foto: Marcelo Victor)

O Ministério das Cidades exigiu mudanças no transporte coletivo de Campo Grande para liberar recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) de Mobilidade Urbana.

Parte do projeto, orçado em R$ 280 milhões, é para a implantação de corredores de ônibus. “Agora, os projetos em Brasília vão depender exclusivamente da Assetur [Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano]”, afirmou o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) nesta quinta-feira, durante entrega de certificados do Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência) a estudantes.

Ontem, ele se reuniu em Brasília com o ministro das Cidades, Mário Negromonte. De acordo com o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade, os projetos do PAC da Mobilidade ainda estão em fase de avaliação pelo governo federal, que divulgará em 26 de agosto as cidades selecionadas.

Sobre os corredores do transporte coletivo, o ministério quer aumento de 20% da frota, com mais veículos articulados, além de sistema de gerenciamento dos veículos com implantação de GPS, e informação ao usuário via celular.

“As mudanças vão custar R$ 40 milhões. O prefeito já informou a Assetur e espera a reposta por escrito. Ele já adiantou que não vai aceitar que se mexa com [valor] da tarifa”, salienta Rudel. A Capital tem frota de 540 veículos. A reportagem entrou em contato com a Assetur.

Mobilidade - Dos 280 milhões pleiteados pela prefeitura de Campo Grande no PAC, , R$ 20 milhões serão destinados à construção de cinco terminais; R$ 7,5 milhões para reforma de sete unidades; R$ 160 milhões para construção de 68,4 quilômetros de corredores de transporte coletivo.

Além de R$ 9,7 milhões para implantar 56 quilômetros de ciclovias; R$ 4,5 milhões para modernização do sistema de controle eletrônico; R$ 67,3 milhões para intervenções viárias e R$ 9,5 milhões para estações de pré-embarque.

Garantido – Ontem, o Ministério das Cidades garantiu R$ 58 milhões para o programa Pró- transporte. “Falta uma publicação, mas o dinheiro já está em conta”, explica o diretor da Agetran.

O recurso será destinado à troca de semáforos, construção de abrigos, pavimentação de 100% das linhas de ônibus, guard rail e revitalização da Júlio de Castilho.



Nossa!!! não sei porque os usuários do transporte coletivo,não reclamam da precariedade desses transportes.
Hoje deixei o carro para revisão e fui para o trabalho de "ônibus", que HORRORRRRR....paguei todos os pecados e fiquei com muitos créditos...
Como esse povo, que administra o transporte público,têm coragem de dizer que está tudo bem.Que aumentou a frota de veiculo(lógico a população cresce a cada dia).
Para chegar ao Parque dos Poderes, saindo do centro, demora um TEMPÃO....sem contar a lata de sardinha que é.
Sugiro as autoridades responsáveis, que façam uso do transporte coletivo, pelo menos um dia na semana.Vão sentir na pele o que o trabalhador e os estudantes passam.
Na Europa, as pessoas não utilizam seus carros para o trabalho.Mas sim, o transporte coletivo.Lógico que a realidade é muiiiito diferente.
Gosto muito de andar a pé,mas como trabalho longe é praticamente inviável.Ônibus só por Deus... e muita coragem,rs,rs,rs...
 
neyde de oliveira em 30/06/2011 12:02:52
Faço das palavras da Neyde de Oliveira as minhas...só quem anda de onibus nesta cidade sabe do horror que é! Só o prefeito acha que está otimo...
 
CARLOS CRUZ em 30/06/2011 04:21:02
Vcs não sabem de onde vai sair o custo destes investimentos? kkkkk inocência...espera o próximo aumento pra ver pra onde vai...
 
Elvis Patrik Moraga Silveira em 30/06/2011 04:11:23
“Agora, os projetos em Brasília vão depender exclusivamente da Assetur [Associação das Empresas de Transporte Coletivo Urbano”
Pelo amor de Deus, s ficarmos esperando a ASSETUR se mexer, tendo ela que arcar com esse custo de R$ 40 mi (sabe Deus de onde saiu esse valor) sem poder aumentar o valor da tarifa é a mesma coisa que dizer que esses recursos para a reforma da malha viária de Campo Grande nunca serão disponibilizados.
 
Marcelo Trinadade em 30/06/2011 01:16:35
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