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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

27/09/2013 15:07

Ministro da Pesca entrega títulos que irão beneficiar pescadores e empresários

Helton Verão e Kleber Clajus
O ministro Crivella anunciou que casas serão construídas numa área de mil metros quadrados para dar condições de trabalho a essas pessoas. As residências terão 46 metros quadrados.
(Foto: Simão Nogueira)O ministro Crivella anunciou que casas serão construídas numa área de mil metros quadrados para dar condições de trabalho a essas pessoas. As residências terão 46 metros quadrados. (Foto: Simão Nogueira)

O governador André Puccinelli entregou hoje os títulos de outorga dos parques aquícolas de Ilha Solteira beneficiará 50 produtores de pescado da região de Aparecida do Taboado, selecionados através dos editais lançados em agosto. Na solenidade que aconteceu na Governadoria, o ministro da pesca Marcelo Crivella também marcou presença. Além dos produtores de pescado foram entregues títulos a 11 empresários.

As áreas fazem partes de cinco espaços aquícolas distribuídas nas regiões de Rio Grande, Córrego Santa Quitéria, Rio do Pântano, Brechó Comprido e Ribeirão Formoso.

A expectativa é de gerar 300 empregos diretos e indiretos. Irão ser produzidos espécies como tilápia, piracanjuba, pintado, cachara, pacu e tambacu. Serão no total 90 hectares de lamina de água. Em seis meses a produção deverá começar.

“Dobramos a produção de 17 mil toneladas do Estado, fazendo outorga com esse valor. Estamos chegando perto do vizinho Mato Grosso, que hoje produz 50 mil toneladas”, calcula o Ministro.

“O importante é que esse dinheiro vai para a mão dos pescadores. Claro que vão ter as empresas com outorgas onerosas que vão ali se instalar e serão ancoras para os pequenos produtores”, completou Crivella.

O Superintendente de Pesca no Estado, Luís Davi Figueiró prevê a produção de 38 toneladas de pescado por ano, o que será suficiente para atender não só a população de Mato Grosso do Sul, como também as de outros estados.

Figueiró fez exemplificou através de um rápido calculo, que se o filé de peixe hoje estiver valendo R$ 15, com o aumento da produção, chegaria a mais R$ 120 milhões.

Trabalhando com a pesca artesanal, Adalberto Freitas Santana, de 42 anos, crê que com o recebimento da licença, muita coisa deve mudar. “Agora terei condições de produzir e aonde entregar, antigamente armar a rede era um incógnita, agora será a certeza da produção. E a renda mensal deve dobrar”, festeja o pescador.

O ministro Crivella anunciou que 50 casas serão construídas numa área de mil metros quadrados cada uma para dar condições de trabalho a essas pessoas. 

Um dos empresários beneficiados pela licença, Dartagnan Ramos, de 39 anos, calcula que a partir de agora estou legalizado na minha atividade de trabalho. “Vou poder agora produzir 1,7 mil toneladas, aumentando a produção que possuo de tilápia”, conta o empresário trabalhando há oito anos no setor de pescado.

O Banco do Brasil vai abrir uma linha de credito de R$ 7 milhões, com juros subsidiados para os produtores e empresários selecionados. A Agraer está com a responsabilidade de capacitar os produtores.

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