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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

05/03/2012 20:00

Vizinhos de trecho onde dois morreram pedem redutor de velocidade

Elverson Cardozo e Jeozadaque Garcia

No sábado à noite, colisão entre motocicletas em um cruzamento da região deixou dois mortos e outros dois gravementes feridos

Embora sinalizado, moradores afirmam que árvores prejudicam visibilidade e que vias não tem iluminação pública adequada. (Foto: João Garrigó)Embora sinalizado, moradores afirmam que árvores prejudicam visibilidade e que vias não tem iluminação pública adequada. (Foto: João Garrigó)

Acidente grave envolvendo duas motocicletas deixou dois morto e outros dois gravemente feridos na noite deste sábado (4), em Campo Grande. Depois da tragédia, moradores da Vila Marli, região onde aconteceu a colisão, agora cobram redutores de velocidade e iluminação no cruzamento das ruas Marluce e Formosa.

Moradora do bairro há mais de 20 anos, a dona de casa Lúcia Araújo, conta que o cruzamento é perigoso e que muitos motoristas não respeitam a sinalização. “Tinha que ter um quebra-mola aqui”, diz.

O problema maior, segundo Lúcia, é nos finais de tarde, horário em que acadêmicos de uma universidade localizada na região, estão se deslocando para as aulas. “O problema não é nem o asfalto. É o povo mesmo”, afirma indignada, acrescentando que um redutor de velocidade resolveria grande parte da situação.

“O problema não é nem o asfalto. É o povo mesmo”, diz moradora. (Foto: João Garrigó)“O problema não é nem o asfalto. É o povo mesmo”, diz moradora. (Foto: João Garrigó)

Franciele Alves também reclama. A jovem conta que no dia do acidente estava na festa de uma prima, mas como soube, foi ao local ver o que havia acontecido.

A imprudência dos motoristas é uma das principais causas de acidente, diz a moradora. “A noite é muito mais perigoso porque é muito escuro e não tem poste”.

Para a Franciele, limpar um terreno que fica na esquina do cruzamento seria uma das soluções. Aumentaria a visibilidade de quem passa pela região.

Ramon Aroldo dos Santos trabalha como cobrador e utiliza a motocicleta para percorrer o bairro. Ele passa pelo cruzamento todos os dias e diz que mesmo estando na preferencial reduz a velocidade.

“Aqui deveria ter uma lombada eletrônica. O povo não se cuida e não tem iluminação”, finaliza.



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