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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

04/03/2013 14:02

Mulher que matou policial se apresenta e alega legítima defesa

Nadyenka Castro e Mariana Lopes
Maria Rangel, sentada, na 1ª Delegacia de Polícia Civil. (Foto: Mariana Lopes)Maria Rangel, sentada, na 1ª Delegacia de Polícia Civil. (Foto: Mariana Lopes)

Maria Rangel, 46 anos, apontada como a suspeita de matar o marido, o policial militar aposentado Gumercindo Rosas do Nascimento, 74 anos, se apresentou à Polícia Civil nesta segunda-feira, três dias após o crime, confessou o assassinato e alegou que agiu por legítima defesa. O homicídio aconteceu na residência do casal, no bairro Amambaí, em Campo Grande.

Em depoimento ao delegado Miguel Said, ela contou que o marido queria ter relação sexual com ela à força e também a agrediu com barra de ferro. O depoimento durou 40 minutos.

Ao Campo Grande News, Maria, que tem o apelido de Rogéria, disse que ela e Gumercindo chegavam em casa de carro e ele a mandou abrir a perna com a intenção de molestá-la. “Moça, eu não sei nem como te contar isso, você coloca aí do jeito que achar melhor”, falou a mulher ao começar a contar o que o marido queria.

Segundo Maria Rangel, como não queria atender ao pedido do marido, ela desceu do carro e entrou na residência. Gumercindo pegou uma barra de ferro que era utilizada para trancar o portão e bateu na barriga dela.

Diante disso, conforme Maria Rangel, ela entrou no quarto onde ficava o cofre – que não era trancado - e pegou a arma. Quando ele entrou no cômodo, ela atirou e fugiu e ele morreu no local. Ela diz que gritou por socorro após a agressão. O casal estava junto há um ano e 11 meses.

O delegado Miguel Said explica que ela ficará na delegacia porque já há pedido de prisão temporária contra ela.



é muito complicado esse sr. com essa idade avançada ter esse fogo...todo.bem com a palavra a justiça que deve desvendar esse caso estranho.
 
martins santos em 05/03/2013 10:10:01
O advogado orienta seu cliente observando as leis vigentes no País. Infelizmente, pode-se dizer, que 90% das leis vigentes em nosso País, não tem aplicabilidade alguma, ou seja, não serve aos cidadãos. Dessa forma, o advogado valendo-se dessas leis, acaba trazendo a injustiça para uma das partes, no ato do julgamento - o que, infelizmente é lastimável em um ESTADO DEMOCRATICO DE DIREITO... Portanto, a culpa não é do advogado.
 
Edson Chaves em 05/03/2013 09:40:52
tah ela errou em ter matado o velho espancador beleza!!! mais agora porque ele ta morto ele se tornou bonzinho ta bom ,,, ele batia nela a partir do momento que ele agradiu ela fisicamente ela tambem é vitima, se todas as mulheres revidassem contra esses metidos a machoes duvidoo que a violencia contra mulher estaria tao alta assim,,,
 
graziella fernandes em 05/03/2013 09:29:40
muito estranha essa história
 
gabriel lescano em 05/03/2013 08:17:55
olha é cada uma que arrepia , gostaria de escrever exatamente o que penso sobre isso, mas deixa pra lá!!!

 
ilma matos em 04/03/2013 23:58:52
A criminosa,maquiavelica e mentirosa.Pode ter agido em legitima defesa,mesmo.Defesa de seus interesses financeiros,provavelmente o velho não queria mais ceder aos caprichos dela,comum em mulher desse tipo que vive a procurar aposentadosse p/ se encostar e sobreviver.Inventa que iria ser estuprada.Tudo por orientação de advogado.Mentirosa.Nada justifica um homicidio.Fosse assim estariamos permitindo a lei de Talião;olho por olho dente por dente.
 
samuel gomes campo grande em 04/03/2013 15:17:47
Mulher de 46 casou com um véio de 74, o véio tentou abusar dela nessa idade, nananã. Arram fia, fala que é brincadeira vai!!!
 
Bergo de Almeida em 04/03/2013 15:03:44
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