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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

10/02/2014 17:01

Mulher torturada e expulsa de casa com 4 filhos não quis ir para abrigo

Bruno Chaves
Um dos filhos de mulher, que é cego, e comoveu a Capital após ser agredida pelo ex-marido (Foto: Marcos Ermínio)Um dos filhos de mulher, que é cego, e comoveu a Capital após ser agredida pelo ex-marido (Foto: Marcos Ermínio)
Vítima ainda pode ir para abrigo (Foto: Marcos Ermínio)Vítima ainda pode ir para abrigo (Foto: Marcos Ermínio)

Após procurar a polícia para denunciar as agressões sofridas pelo ex-marido, a paraguaia Lúcia Helena Martinez Estecher, 26 anos, torturada e expulsa do lar com quatro filhos, recusou ajuda para ficar hospedada em uma casa abrigo do Estado. Ela recebeu um primeiro atendimento do poder público, como alimentos e fraldas, e decidiu voltar para casa.

“Ela procurou o primeiro atendimento na delegacia, que podia encaminhá-la para um abrigo. Mas a partir do momento em que ela não quer ficar abrigada, defendida do agressor, e voltar para casa, não podemos fazer nada”, disse a secretária municipal de Políticas para as Mulheres, Jaqueline Hildebrand Romero.

No entanto, a situação pode ser revertida assim que a vítima sentir necessidade. De acordo com a subsecretária da Mulher e da Promoção da Cidadania de Mato Grosso do Sul, Tai Loschi, a situação ainda é tratada como um caso policial.

“Todos estamos preparados para esse atendimento, independente da nacionalidade estrangeira. A Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres começou o atendimento no fim de semana, na área social. Agora estou aguardando análise da documentação para tomar devidas providências para ver se ela aceita o abrigamento ou não”, disse.

Tai ainda contou que a Subsecretaria da Mulher dá todo um apoio à vítima na área da documentação. “É um caso que envolve a Polícia Federal, o Consulado Paraguaio, o Conselho Tutelar, pelo fato de ela ter filhos, e temos contato com todos esses órgãos para regularizar a situação dela e depois abrigá-la ou encaminhá-la ao País de origem, conforme a vontade dela”, explicou.

Já Jaqueline emendou dizendo que o Cras (Centro de Referência de Assistência Social) vem auxiliando Lúcia desde a semana passada. “A Secretaria de Assistência Social, em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres, deu assistência a ela. Em um primeiro momento, ela recebeu alimentos e fraldas. O próximo passo é ver a questão da regularização no Brasil e na Polícia Federal”, explicou.



É muito complicado a situação, impossível até de se fazer um julgamento pois ambos estão errados e com isso quem sofre são as crianças. O cara é violento, quem vai querer se aproximar ????
 
Sonia Pavão em 11/02/2014 17:07:16
e ainda os senhores vereadores aprovam uma lei que obriga o prefeitura a comprar gps quem não quer apanhar largar de uma vez e denúncia na justiça e manda prender o agressor.
 
nilton sabino em 11/02/2014 16:42:29
E brincadeira!!! Apanha do marido, e expulsa de casa com os filhos e ainda resolve voltar. Ai teria que entrar as autoridades que se dizem ser competentes ou será incompetentes... Porque esse infeliz já não esta preso?? Só vai prender depois que matar a mulher e os filhos?? Ai não adianta fazer mais nada. "As autoridades do BRASIL tem que assistir aulas de medidas protetivas nos países de 1º mundo. Aqui a medida protetiva e o violentado, abusado, espancado ter que ficar com o inimigo lado lado...
 
ROGERIO MENEZES em 11/02/2014 07:52:40
É um caso muito triste pois a mulher indo pro abrigo é como ela e os filhos serem punidos novamente,tendo de sair do seu lar da sua casa e ir para um lugar que por melhor que seja não é sua casa visando uma segurança que praticamente o Estado geralmente promete mas não consegue dar a mulheres que sofrem de violencia domestica.
 
sandra lima em 10/02/2014 23:19:07
Voltou é porque gosta de apanhar! Se quiser agora deveria é ir buscar ajuda com o governo de seu país, tentaram ajudar e não quis! Mulheres levou o primeiro tapa nunca mais, depois se continuar só piora! Giovanna que apareceu no CGNEWS quase morreu na primeira agressão sofrida. Agora peguem o exemplo dela que nem quer saber do criminoso, prestou queixa e quer leva-lo a cadeia, mesmo tendo apenas 19 anos se saiu melhor que muita mulher de mais idade por ai!
 
Alexandre de Souza em 10/02/2014 22:52:11
O pior de tudo é que um Juiz mandou soltar o Monstro Covarde. Bom daqui uns dias esse vai esta senhora ou outra mulher, aí a Polícia tem que trabalhar novamente para prendê-lo e quem sabe outro Juiz mandar soltá-lo. Nossa como a justiça de MS tem gente de Tá lento.
 
Luis Acordado em 10/02/2014 21:27:38
Sobre o tempo de atendimento a esta família posso afirmar que a mais de um ano ela vem sendo assistida pelo Cras da região, muitas outras informações temos registros e relatórios, sobre todo o atendimento que prestamos, e como está o andamento do processo da sua documentação.
 
Lucia Vera em 10/02/2014 20:28:34
vai acabar morrendo, simples assim, ou alguem duvida?
 
andrea burque em 10/02/2014 20:06:07
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