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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

30/03/2014 23:00

Pássaro bateu em roda e travou trem de pouso principal de avião da Avianca

Edivaldo Bitencourt
Avião no pátio do Aeroporto de Campo Grande após pouso de emergência. (Foto: Marcos Ermínio)Avião no pátio do Aeroporto de Campo Grande após pouso de emergência. (Foto: Marcos Ermínio)

O avião da Avianca, que saiu de Campo Grande e retornou após apresentar problemas quando chegava em Cuiabá (MT), apresentou problema após um pássaro atingir o trem de pouso principal, que fica no meio da aeronave. O trem de pouso do nariz falhou em Brasília (DF). Contudo, ao contrário do ocorrido na Capital federal, o trem de pouso funcionou e não foi preciso nenhuma "ação heroíca".

O Campo Grande News apurou que o avião Fokker 100 Mk28 teve o mesmo problema semelhante ao ocorrido sexta-feira em Brasília, quando o trem de pouso do nariz da aeronave travou. No entanto,na noite de hoje, o problema ocorreu após o avião ser atingido por uma ave.

Após voltar a Campo Grande e esvaziar o combustível, o piloto fez um um rasante e o trem de pouso não travou. Então, ele arremeteu o avião e acionou o sistema de emergência, que consiste em acionar as viaturas do Corpo de Bombeiros, Samu e Polícia Militar.

Como o avião não teve problemas, o avião da Avianca pousou e os 80 passageiros foram retirados sem qualquer problema, com exceção do susto.

"O avião pousou normalmente e não ocorreu o mesmo problema de Brasília, quando o trem de pouso não destravou", contou um funcionário do aeroporto, que acompanhou toda a operação. 

Inicialmente, a informação era de que o problema foi no trem de pouso do nariz, mas não foi isso que ocorreu.

Corpo de Bombeiros foi acionado ocorrência envolvendo aeronave. (Foto: Marcos Ermínio)Corpo de Bombeiros foi acionado ocorrência envolvendo aeronave. (Foto: Marcos Ermínio)


Acho pouco os recursos que as aeronaves tem para estes tipos de situações. Quando o problema é no trem de pouso dianteiro, o "problemas" é mais tranquilo pois um piloto com pericia consegue suavizar o pouso como ocorreu em Brasilia, agora imagina se é em um dos trem de pouso traseiro. Deveriam haver outros recursos, como trem de pouso emergencial, que não dependesse de sistema para ativar, algo manual. Não podemos arriscar vidas, sei que estamos na era da tecnologia, mas confiar nelas 100% é muito arriscado, ainda mais quando tem vidas em jogo. Nestes casos pelo menos as pessoas sabiam que o trem de pouso não tinha aberto, agora imagina se for ao contrario, o piloto achar que abriu e não abriu.....
 
Gilmar Arantes dos Santo em 31/03/2014 08:47:36
Ainda bem que não teve problema. Porque se tivesse tido, com apenas uma viatura do SAMU, os feridos teriam ficado totalmente desassistidos. Será que o nosso aeroporto está preparado para emergências?
 
Ricardo Farias em 31/03/2014 08:20:46
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