PF volta à tabacaria investigada desde 2019 por comércio ilegal de “pods”
Operação desta terça apura grupo suspeito de vender cigarros eletrônicos na Capital
A SOS Tabacaria, localizada na Rua Dom Aquino, região central de Campo Grande, voltou a ser alvo de operação policial na manhã desta terça-feira (26), durante a Operação Vapor Contumaz, deflagrada pela PF (Polícia Federal) contra um esquema suspeito de contrabando e venda ilegal de cigarros eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods”.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
O endereço já havia sido alvo de outras ações envolvendo comércio irregular de produtos importados e itens proibidos no Brasil. Segundo a PF, os investigados atuariam de forma organizada e reincidente desde pelo menos 2019. A corporação afirma ainda que, mesmo após operações anteriores, a venda dos produtos teria continuado.
Nesta terça, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Campo Grande. A Justiça também determinou bloqueio de contas bancárias, sequestro de bens e suspensão das atividades de uma empresa apontada como parte da estrutura usada pelo grupo investigado.
De acordo com a PF, os investigados utilizavam aplicativos de mensagens para comercializar cigarros eletrônicos e combinar entregas, estratégia que dificultava a fiscalização.
Em 2021, a SOS Tabacaria já havia sido alvo de uma operação conjunta entre o Procon/MS (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de Mato Grosso do Sul), a Receita Federal e a Decon (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Contra as Relações de Consumo). Na ocasião, fiscais apreenderam produtos importados sem comprovação de origem legal e itens considerados impróprios para consumo.
Um caminhão da Receita Federal precisou ser acionado para recolher os produtos armazenados em um depósito ligado à tabacaria, na antiga rodoviária da Capital. O estabelecimento foi autuado e multado.
Antes disso, em 2019, o local também foi alvo de fiscalização relacionada à venda irregular de produtos para narguilé e mercadorias importadas sem documentação fiscal.
Segundo a PF, as investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes do esquema.

Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais.



