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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

24/02/2014 20:38

PM apreende 3 crianças por assalto e mãe diz que filhos "brincavam"

Bruno Chaves e Zana Zaidan

Três crianças, uma de 12 e duas de 13 anos, participaram de uma tentativa de assalto a uma padaria na noite de ontem (23), no bairro Dom Antônio Barbosa. Conforme o boletim de ocorrência, elas portavam simulacros (que imitam armas verdadeiras), e uma delas chegou a apontar a arma na cabeça de uma senhora que estava no caixa. O roubo foi impedido pela Polícia Militar e o trio foi apreendido. Revoltada,  a mãe de um deles, alega que as crianças brincavam "de arminha". 

Segundo ela, o filho brincava em casa, com mais dois amigos, como uma “arminha de espoleta”. “Quando foi umas 18h30, eu dei R$ 10 para ele ir comprar pão. Eles foram à padaria brincando de polícia e ladrão”, explicou.

As crianças chegaram à Panificadora Lual, na rua Evelina Silingarde e pediram o pão. Enquanto aguardavam o produto, os meninos decidiram brincar em frente a padaria. “Eu conversei com a dona da padaria e ela me disse que nesse momento os policiais passaram e levaram os guris, dizendo que eles estavam roubando”, disse.

Por outro lado, o Batalhão de Choque da PM, que fazia rondas no bairro, flagrou a tentativa de assalto. Conforme o major Marcos Paulo Gimenez, o trio estava encapuzado e foi levado para a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Piratininga, já que a Deaij (Delegacia Especializada de Atendimento à Infância e Juventude) não faz plantão nos finais de semana. 

Uma das vítimas, o proprietário da padaria, José Alberto Correa Lima, 40 anos, confirma o crime. "Estava nos fundos da padaria com a minha esposa, eles chegaram, colocaram a arma na cabeça da minha sogra, que estava no caixa, e pediram o dinheiro. Só não levaram tudo porque a Polícia chegou", afirma. 

A mãe, no entanto, reclama da falta de notícias sobre o filho. “A polícia desceu, catou as arminhas e começou a bater nas crianças, que foram levadas e ninguém sabia para onde”, afirmou. A mãe disse que ficou das 19h às 24h sem saber onde os meninos estavam. “Fiquei indo no Conselho Tutelar até descobrir que estavam na Casa de Guarda”, completou.

A empregada doméstica afirma que o filho reclama de dores. “Ele foi agredido como marginal, mas meu filho é estudante e não tem nenhuma falta na sala de aula”.

A reportagem entrou em contato também com o Conselho Tutelar, que não atendeu as ligações.



a lei do nosso País deveria mudar com urgência, a pessoa com 12 anos de idade já sabe o que é certo ou errado, matou, roubou, pra cadeia que nem gente grande, porque na hora de roubar, matar, usar arma de fogo ou querer dar um de machão sabe, agora pagar pelos erros não pode porque tem 12,13, 14 anos, kkkk Brasil país da piada.
 
fabiano santos em 25/02/2014 08:06:40
Guri de 13 anos brincando de arminha, nessa idade a mulecada está brincando de outras coisas já. E que mae é essa que deixa os filhos usarem simulacro de arma! Daqui a pouco eles estão com uma pedrinha ou mesmo a verdinha e irão falar: "ah mãe a gente tava brincando de cigarrinho". Educar a juventude para não punir os adultos. A educação vem de casa (pai e mãe) quando esta é falha, o mundo educa!
 
José Ferreira Lopes em 25/02/2014 07:29:10
Mas o que pensa uma mae que incentiva a seus filhos a brincar de bandido com armas em punho? A mae deveria responder criminalmente por induzir os filhos MENORES para a criminalidade !
 
Pr. Edson Dionisio em 25/02/2014 01:48:46
Brincando?
se os pais nao educam e ainda acobertam os erros dos filhos fica dificil.
 
Jean Sanches em 24/02/2014 22:06:19
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