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Capital

Polícia pede mais prazo para identificar quadrilha que fraudou vestibular

Graziela Rezende | 11/12/2013 08:30

Um mês após a prisão em flagrante de 22 pessoas envolvidas na fraude durante o vestibular de Medicina da Anhanguera/Uniderp, a Polícia Civil solicitou novo prazo para concluir as investigações. Até o momento, de acordo com a delegada Ariene Murad Cury, titular da Dedfaz (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Fazendários), a quadrilha ainda não foi identificada.

“Temos apenas parte da identificação dos envolvidos e vamos continuar as diligências para prender a quadrilha”, afirma a delegada. Sobre os acadêmicos, identificados como fraudadores durante vestibulares anteriores, a delegada comenta que não existia, na época, lei penal para enquadrá-los. No entanto, a faculdade foi comunicada e pode tomar as providências cabíveis.

Flagrante – Na manhã do dia 10 de dezembro, um grupo foi detido suspeito de fraudar a prova. Eles possuem idade entre 18 e 27 anos, sendo que estavam com pontos eletrônicos, entre outros dispositivos escondidos pela roupa. Um adolescente de 17 anos também estava com o celular em mãos, mas foi liberado.

Em depoimento, os suspeitos informaram que pagaram pelos pontos eletrônicos valores entre R$ 1,8 mil e R$ 5 mil. Se aprovados, eles pagariam valores que chegam até a R$ 60 mil. A pena pode variar de um a quatro anos e multa.

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