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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

28/03/2011 16:39

Policial diz que atirou contra acadêmico porque rapaz tentou matá-lo com caminhonete

Aline Queiroz e Paula Maciulevicius

Depois de ser atropelado, investigador do Garras foi arrastado

Rapaz foi baleado no tórax. (Foto: Simão Nogueira)Rapaz foi baleado no tórax. (Foto: Simão Nogueira)

A Polícia Civil apresentou esta tarde, em entrevista coletiva, a versão do policial José Ângelo de Souza Filho, que atirou contra o acadêmico Andreo Lincon Ferreira da Costa, 20 anos. A confusão aconteceu na madrugada de domingo, na Avenida Manoel da Costa Lima, em Campo Grande.

Lotado no Garras (Grupo Armado de Repressão e Resgate a Assaltos e Sequestros), José Ângelo, foi atropelado e arrastado pela caminhonete dirigida pelo estudante do quarto ano do curso de engenharia da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).

A versão do policial foi confirmada por testemunhas e, desta maneira, Andreo foi autuado em flagrante por tentativa de homicídio contra o policial, além de outros quatro crimes relacionados à confusão em que se envolveu.

Andreo estava em uma festa perto da universidade e, desde lá, criou tumultos. Ele alegou que conversava com uma moça quando participantes da festa começaram a agredi-lo.

Nem o amigo que estava com ele confirma a história. Ouvido como testemunha, o amigo disse que ele se envolveu em uma briga e, por este motivo, decidiram sair da festa.

Os dois foram para a caminhonete de Andreo, no entanto, o amigo dele foi segurado por um policial militar que fazia o mesmo curso e estava na festa.

Andreo saiu com o veículo e, ao chegar no cruzamento das Avenidas Manoel da Costa Lima e Costa e Silva se deparou com congestionamento devido à saída de veículos do evento que acontecia no estádio Morenão.

O policial estava de carro no local porque havia ido buscar a filha, que estava no evento. Andreo começou dirigir o carro para frente e para trás. Ele bateu a caminhonete em pelo menos cinco veículos.

Quando viu a confusão, o investigador saiu do carro armado e com a carteira funcional na mão. Ele se identificou como policial mandou que descesse da caminhonete, no entanto, o estudante desobedeceu a ordem e “jogou” a caminhonete para cima do policial.

Foi neste momento que Andreo atirou e a bala acertou de raspão o tórax do estudante.

Depois da confusão, Andreo fugiu na caminhonete e testemunhas anotaram a placa do veículo. Ele chegou a dar entrada na Santa Casa de Campo Grande e saiu antes mesmo de receber o diagnóstico médico.

Andreo foi preso em casa, na Vila Carlota. Ele acabou autuado em flagrante pela tentativa de homicídio contra o policial, além do crime de dano contra os motoristas que tiveram os carros atingidos, porque fugiu do local do acidente, dirigir a caminhonete sem CNH (Carteira Nacional de Habilitação) e porte de droga porque havia haxixe no veículo.

Andreo tem antecedentes criminais por lesão corporal e injúria.



e pelo jeito os bonitoes da cidade, os galas , na hora que puxa a capivara, todos tem um passadinho sujo, sera que e a maioria, sei nao eu sou bonitao e to com a ficha limpa, acho que e pela idade que sei que certas coisas nao se faz, beber e querer sair dando batida porrada nos cidadoes que levam a vida na boa, vai buscar a filha que provavelmente pertubou a mae e o pai para sair a noite e o pai sempre falando para a mae, voce e que decide, porque no final sobra sempre pro pai ir buscar, mas penso que o policial poderia ter tido um pouco mais de cabeça fresca e dar uns 6 tiros em cada peneu camionete e coloca-la no chao, depois os resto quem tava perto , cada um dava um tapinha na cabeça dele e colocaria ele para esperar a policia, mas pelo que tenho notado todas essas broncas da moçada e falta de bom censo , pensar e ver que da para parar antes que a merda aumente o cheiro, pedir desculpas abraçar o terceiro e dizer , me desculpe eu vou embora antes de brigar, e outra eu nao vejo essa moçado jogando bola, praticando um esporte calmo.
 
luiz fernandes em 29/03/2011 08:55:59
Esta história tá muito mal contada.....Faltam muitos esclarecimentos, o tiro no rapaz foi dado por quê? A delegacia da área do acontecimento não é a do Garras. O pai do rapaz afirma que o mesmo ficou sem atendimento médico. No sábado, um policial civil atropelou um motociclista provocando a morte do mesmo, nem por isso vi "tanta rapidez" nas investigações por parte da Polícia Civil? E as próprias informações desse acidente davam entendimento de que o motorista atropelador apresentava sinais de embriaguês.... A morte de um cidadão comum é menos importante do que um atropelamento de um policial civil? A pergunta final é: os fatos ocorreram mesmo do jeito apresentado pelo policial e pelo rapaz? Quem está dando os fatos mais perto do realmente acontecido? Uma pergunta que toda a sociedade organizada gostaria de saber.
 
Marco Polo em 29/03/2011 08:54:56
É impressionante o numero de acadêmicos, principalmente da UFMS que se envolvem em problemas sociais. Claro que existem casos e casos, mas na imensa maioria os casos repercutidos na mídia são provenientes de acadêmicos dos cursos com "status sociais", ora também o individuo segue o mesmo "quo status" (olhe o individuo aqui citado, com uma Dodge Ram, camioneta de custo elevado tanto para aquisição, quanto manutenção). Muito raro vemos alunos dos cursos mais "simplórios socialmente" como e o caso das Licenciaturas, envolvidos nestes casos (vemos aqui o caso da inversão estudantil, o pobre estuda a vida inteira em escola publica e 99% "dos que" conseguem alcançar uma Universidade, estudarão em uma instituição Privada. Assim trabalhara o dia inteiro e fará um curso apostilado, levado as coxas só para pegar o "canudo". Enquanto isso na sala de "justiça", os ricos estudam em escolares particulares toda vida e quando chegam, e estes chegam mesmo, pois 80% fazem faculdade diferente dos 10% das classes mais humildes, ingressam em instituições publicas, podem fazer cursos integrais, pois a família lhe oferece um suporte financeiro). Claro que não excluímos também os acadêmicos das Universidades Particulares. Tenho certeza que já passou da hora das Universidades repensarem a formação destes cidadãos (ou pelo menos deveriam ser), pois alem das, mas condutas no seio social, profissionalmente estão também deixando muito a desejar... Ah!!! Parabéns ao Policial pela conduta de tentar restabelecer a ordem social. E ta falado!
 
Alan Nantes em 29/03/2011 08:51:12
Se liga Alan... você vem tão cheio de certeza que comete um erro grave: a generalização. Dando uma baita "moral de cueca"
Conheço muita gente rica, muito rica, que tem humildade, altruísmo, educação (não só quanto a conhecimento, digo), que não aceito esse seu comentario.
Não aceito também porque ou acadêmico de um outro curso de engenharia da UFMS e não cometeria o que esse drogado desse moleque faria, pois nunca coloquei minha boca em droga e tiro as notas mais altas da minha sala, não fazendo mais nada além de minha obrigação por estudar de graça.
Você, se estuda na UFMS, deve não enxergar direito ou deve ter anosmia, para não ver a quantidadade de droga que rola em festas de cursos "simplórios socialmente" como algumas, repito, algumas, licenciaturas.

Cuidado com o que dizes. Educação e bons modos, lembre-se, vem de casa...

Abraço a todos os integrantes da redação e ao polícial pelo exemplar trabalho.
"Timeo homini uni libri'
 
Adriano Lopis em 29/03/2011 06:58:58
ESTAVA PRESENTE NO LOCAL , E VI O TUMULTO QDO ME APROXIMEI VI O AMIGO DO ACUSADO APANHANDO COM SOCOS E PONTA PÉS, E O POLICIAL QUE ESTAVA BATENDO NELE SEM SEQUER SE IDENTIFICOU . MAS ESTAVA PORTANDO UMA ARMA . SEPA .40. POLICIAL DESPREPARADO MAIS UMA VEZ.
ONDE VAMOS CHEGAR ASSIM POLICIAIS VAO SAIR ATIRANDO EM PESSOAS NA RUA .
UMA VERGONHA
 
paulo cesar correa em 28/03/2011 09:19:24
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