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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

18/04/2011 10:40

Rapaz esconde menina de 14 anos da mãe e pode ter forçado a usar drogas

Vivianne Nunes

Machucada e muito assustada, uma mãe procurou ontem de manhã a delegacia de Polícia Civol ao lado da filha, uma adolescente de apenas 14 anos que, segundo ela, teria passado cerca de quatro horas nas mãos de um ‘namorado’ que a escondeu da família e pode ter obrigado a ingerir bebida alcoólica e drogas.

Em entrevista ao Campo Grande News a mãe afirmou que era contra o relacionamento dos dois. O rapaz tem 19 anos e ela considera a filha muito jovem para ele. “Mas menina a gente sabe como é, quando enfia uma coisa na cabeça”, afirmou. Segundo ela a garota disse pra mãe que iria se encontrar com rapaz rapidamente e que no horário marcado iria se encontrar com ela, mas não apareceu.

A mãe então começou a ligar insistentemente para o telefone do namorado que passou a oferecer endereços falsos do paradeiro da menina, que levou com ela a irmã de apenas 05 anos. Já durante a noite, sem saber precisar horários, ela conseguiu contato com a mãe do jovem e foi informada de que a filha estava na casa do rapaz.

“Ele me dizia que estava em outros bairros e que ela não poderia atender o telefone porque havia ‘bebido’ um pouco. Mas eu fiquei desesperada porque minha filha nunca ingeriu bebida alcoólica na vida”, afirmou a mãe.

Chegando até a residência do rapaz, no bairro Bom Jardim, a mulher percebeu a casa cheia e a mãe do jovem foi recebe-la. Houve desentendimento e as duas começaram a brigar. Ela estava acompanhada de um amigo da família e outros rapazes que estavam casa teriam ajudado a bater neles.

Ao chegar até a Depac (Delegacia de Atendimento Comunitário) no bairro Piratininga, os dois apresentavam várias escoriações pelo corpo e no rosto.

A menor estava ainda desorientada. Não falava e a mãe chegou a pensar que estivesse com um braço quebrado porque não conseguia movimentar. “Ela não consegue falar comigo, eu não sei o que fizeram com ela”, afirmou a mãe ainda na delegacia.

No mesmo dia ela esteve no IML (Instituto Médico Legal) onde passou por exame de corpo de delito. O resultado deve sair daqui a 15 dias e mesmo depois de ter passado o efeito da substância utilizada pela jovem, ela não soube informar o que havia acontecido. Apenas que tomou algo e que não se lembra de mais nada.

“Eu tive que tirar minha filha de lá no colo”, lamentou a mãe. A outra filha, uma criança de apenas cinco anos, também estava na casa, mas não sofreu nada.

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Que engraçado né! Me adimira muito uma mãe não ter controle sobre uma filha de 14 anos, e pior, deixar que ela namore um sem noção de 19. Lamentável...As pessoas perderam o significado de FAMÍLIA, e acham que nos dias de hoje isso é comum, tudo bem, mas até quando a senhora vai achar comum ver a sua filha na situação que a encontrou? Está na hora de mudar a mentalidade gente!!
 
Gomes em 18/04/2011 12:56:20
São reflexos das mudanças dos tempos.
Tudo muda, mas ainda continuamos a adotar as mesmas formas de educação.
Esta evidente que deve-se mudar o modo então.
Nem tentem reverter a idéia de trocentos anos atrás. Se não vamos começar novamente o período da Inquisição.
Será difícil entender que tudo mudou, e assim deve ser a postura dos pais?
A única coisa válida hj em dia é o diálogo.
Mas diálogo desde a tenra idadezinha de - 8 meses. (isso,menos oito meses).
ou nunca os pais dialogaram e de uma hora pra outra querem conversar.
Parece cluichê do filme do Indiana Jones, onde o Indy questiona o pai sobre o diálogo e de repente o grande pai para. Olha e pergunta o q querem conversar e o mesmo nem sabe o que.
Pronto.
 
Orlando Lero em 18/04/2011 04:50:29
Sempre que eu vejo essas noticias me espantam a falta de voz que os pais tem sob essas meninas. Meus pais mantiveram controle absoluto sobre mim até que eu completasse dezoito anos. E foi muito bom, pois mesmo contra a minha vontade (eu queria sair nas noitadas como todas as outras meninas da minha idade) me protegeram de tudo o que o mundo podia trazer de pior, ate que eu tivesse autonomia para decidir o que era certo e errado. Eu podia namorar, mas apenas sob vigilancia, como nos anos 20. Eu apanhei ate os quatorze anos, e nunca falei um palavrao na frente dos meus pais. acredito que eles fizeram um bom trabalho. E é o que falta aos pais hoje, firmeza e controle.
 
leticia mello em 18/04/2011 04:06:25
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