Repasse federal chega a R$ 12 milhões e quase 40% é para antiga rodoviária
Pacote inclui verbas para obras e ensino, mas terminal no centro continua fechado

A Prefeitura de Campo Grande recebeu R$ 12,06 milhões em repasses federais, conforme notificação publicada pela Secretaria Municipal de Fazenda, no Diogrande (Diário Oficial) desta quinta-feira (23). Os recursos têm origens e destinos diferentes, indo de obras de infraestrutura urbana a transferências constitucionais e financiamento da educação básica.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
Campo Grande recebeu R$ 12,06 milhões em repasses federais, conforme publicação no Diogrande desta quinta-feira (23). Os valores incluem R$ 3,94 milhões do Fundo de Participação dos Municípios, R$ 3,11 milhões do Fundeb e R$ 4,98 milhões para obras, sendo R$ 4,6 milhões destinados à requalificação do Terminal Rodoviário Heitor Eduardo Laburu, que segue fechado e sem prazo definido para entrega.
Do total, a maior parte está dividida entre repasses diretos, como o Fundo de Participação dos Municípios, que somou R$ 3,94 milhões, e o Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), com R$ 3,11 milhões destinados à rede municipal de ensino. Também há valores menores, como R$ 25,8 mil do Imposto Territorial Rural.
- Leia Também
- Por R$ 27,5 milhões, prefeitura formaliza convênios com creches e pré-escola
- Emendas de R$ 16 milhões reforçam custeio da saúde em 21 municípios de MS
Já na área de obras, três contratos de repasse ligados ao Ministério do Desenvolvimento Regional somam cerca de R$ 4,98 milhões. Desses, R$ 382 mil são para infraestrutura urbana geral, enquanto R$ 4,6 milhões estão concentrados na requalificação do Terminal Rodoviário Heitor Eduardo Laburu, a antiga rodoviária da Capital.
O projeto do terminal prevê modernização da estrutura, recuperação de áreas degradadas e incentivo ao comércio na região central. Apesar disso, o espaço segue fechado e em obras.
Em novembro do ano passado, a Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) afirmou que cerca de 70% do cronograma já havia sido concluído, negando paralisação e atribuindo a menor movimentação no local à fase final dos serviços, que exige menos trabalhadores.
Na ocasião, a secretaria também evitou cravar prazo para entrega, destacando que etapas finais, como a instalação de aparelhos de ar-condicionado, ainda dependiam de licitação específica. Sem essa etapa concluída, a finalização da obra fica condicionada ao andamento do processo administrativo.
Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais.

