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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

06/02/2014 19:24

Rigidez na Lei Seca eleva prisões em 23,2% durante fiscalizações

Alan Diógenes e Filipe Prado

O número de condutores que foram detidos por embriagues ao volante cresceu 23,2% em 2013 em relação ao ano anterior, apesar do número de autuações na operação Lei Seca realizada pela BPTran (Batalhão de Polícia Militar de Trânsito) ter diminuído 30,37% em relação a 2012.

De acordo com o tenente-coronel do BPTran, Jonildo Theodoro, o aumento no número de prisões realizadas durante a operação Lei Seca teve como consequência a rigidez dos policiais que agora podem comprovar a embriagues do condutor através de depoimentos de testemunhas e de imagens feitas pelo próprio policial na hora da abordagem.“A lei ficou mais rígida, pois hoje em dia mesmo que o condutor se negue a fazer o teste do bafômetro, o policial que fez a abordagem pode usar como prova da embriagues depoimentos de pessoas que assistiram a ação ou imagens feitas por um celular ou câmera”, salientou .

Hoje o BPTran conta com treze bafômetros que auxiliam na operação Lei Seca. Questionado se esse número é suficiente, o tenente-coronel Jonildo afirma que os bafômetros são suficientes para atender a população de Campo Grande. “Esses bafômetros são suficientes por que conseguimos reduzir os índices do passado. Além disso, acredito que as pessoas estão cada vez mais conscientes que não se podem beber e depois assumir o controle de seus veículos. Inclusive muitas pessoas já estão optando por voltar das festas de táxis”, destacou.

O tenente-coronel ainda afirmou que além da mistura álcool e direção, outra causa da maioria dos acidentes de trânsito é a alta velocidade dos condutores que para ele pode ser coibida com a compra de radares portáteis. “Em Campo Grande temos apenas radares fixos que não suficientes para controlar a velocidade de motoristas, precisamos de radares portáteis nos auxiliando durante as blitz. Por enquanto possuímos apenas dois que ainda não são homologados para multar. Alguns projetos poderiam ser abertos pelo governo para a compra desses materiais que possuem um alto valor de mercado”, concluiu.



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