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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

09/06/2013 11:56

Vai a júri em julho policial militar que matou ex-mulher a tiro

Nadyenka Castro
Paulo Cesar, de azul, na primeira audiência sobre o caso, em março de 2011. (Foto: João Garrigó)Paulo Cesar, de azul, na primeira audiência sobre o caso, em março de 2011. (Foto: João Garrigó)

Vai a júri popular a partir das 8 horas do dia 8 de julho, em Campo Grande, o policial militar Paulo Cesar Lucas Batista, acusado de matar a ex-mulher Luciana Chaves Farias, de 35 anos, em 30 de janeiro de 2011.

O casal estava separado havia poucos dias e por conta disso Paulo dormia em uma kitinet. Na madrugada daquele dia, Luciana foi até o local e, na versão do policial, ela arrombou a porta e entrou. Como estava escuro, ele pensou que fosse um bandido e então atirou.

Segundo a acusação, a mulher foi ao local para tentar uma reconciliação. Testemunhas disseram à Justiça que o relacionamento do casal era marcado por brigas motivadas por ciúmes. Ele foi preso em flagrante.



Ora meu caro Marcelo, ele não está algemado porque a justiça é cega e diferente, cada caso é um caso, por mais que na constituição diz: Justiça igual para todos, na prática não é isso que acontece, infelizmente, o crime que essa pessoa cometeu, não difere de qualquer outro homicídio, mas a justiça é assim mesmo. O mal é gerado por causa desses impasses, das brechas e assim vai... Direito disso ou daquilo, na realidade crime é crime.
 
maria lina em 09/06/2013 14:05:04
Porque razão este policial não está algemado como todos os outros em situação análoga???
 
Marcelo Lemos Mendes em 09/06/2013 12:20:04
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