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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

30/09/2011 14:04

Correios pedem ao TST suspensão da greve dos trabalhadores

Sabrina Craide, da Agência Brasil

Para tentar chegar a um acordo com os trabalhadores em greve há 16 dias, a direção dos Correios recorreu ao Tribunal Superior do Trabalho (TST) para fazer a conciliação com os funcionários. A empresa instaurou o dissídio coletivo no TST com pedido de liminar para suspensão da greve, sob a pena de multa diária de R$ 100 mil.

Caso o TST decida não suspender a greve, os Correios pedem que o tribunal determine que a Federação Nacional dos Trabalhadores de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) garanta o percentual de 70% de empregados em cada uma das unidades operacionais da empresa, como agências postais, terminais de cargas e garagens e centros de triagem. O processo será encaminhado à vice-presidenta do TST, ministra Cristina Peduzzi, que deverá promover uma audiência para tentar chegar a um acordo entre as partes.

O pedido dos Correios chegou ao TST na noite de ontem (29) e classifica a paralisação como um “movimento atentatório à ordem pública”. Os Correios pedem que, no julgamento do mérito, a greve seja considerada abusiva. A empresa requer também que, durante o movimento, os grevistas garantam o acesso de usuários e empregado às unidades dos Correios, assim como a entrada e saída de veículos, e que seja impedida a realização de piquetes e atos que resultem em depredação do patrimônio público.

Em nota, os Correios informam que a busca de conciliação por meio do TST foi feita depois de esgotadas todas as tentativas diretas de acordo com a representação dos trabalhadores. “Os Correios continuam abertos ao diálogo e conclamam novamente os trabalhadores parados a reavaliar sua posição e fechar o acordo coletivo de trabalho, em benefício da população brasileira e de todos os 110 mil empregados da empresa”, diz o comunicado.

A principal divergência entre a empresa e os funcionários é sobre o desconto dos dias parados. Ontem, a direção dos Correios apresentou uma proposta de descontar os dias não trabalhados na proporção de um dia de greve por mês. Mas os trabalhadores não aceitam o desconto e se propõem a compensar os dias de greve com horas extras e mutirões para colocar o serviço em dia.

A empresa também manteve a proposta de aumento linear de R$ 80 a todos empregados, reajuste salarial e dos benefícios em 6,87% e abono imediato de R$ 500. A reivindicação dos trabalhadores é por um aumento linear de R$ 200, além de reposição da inflação de 7,16% e aumento do piso salarial de R$ 807 para R$ 1.635. A categoria também exige a contratação imediata de todos os aprovados no último concurso público dos Correios.

Para Saul da Cruz, do comando de negociações da Fentect, a empresa só tomou a iniciativa de recorrer ao TST depois de muita pressão dos trabalhadores. “Eles só chamaram a gente depois de 13 dias para fazer um acordo devido à pressão que os trabalhadores fizeram na porta da empresa”. Segundo ele, a entidade ainda não recebeu a notificação do TST para marcar a conciliação.

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caro Paulov Pereira, pena que vc nao precise viver com os salarios pagos pela ect, penso tambem que o senhor desconhece os processos historicos que levam pessoas a lutarem contra desmandos dos governos, mandar trabalhadores pra rua nao seria a soluçao, penso tambem que o senhor desconhece os escandalos dos governos, essa conta, nossa categoria não pode pagar,somos honrados e merecemos respeito.
 
andre velasques souza em 30/09/2011 07:02:36
FALTA É VONTADE DO GOVERNO PARA RESOLVER,HOJE NÃO NECESSITAMOS MAIS DE CARTEIROS,OS DOCUMENTOS PODERÃO SER ENVIADOS TODOS ELETRONICAMENTE,E AS PESSOAS QUE RECEBEM ENCOMENDAS AS PEGARIAM NOS PROPRIOS DEPOSITOS DOS CORREIOS,APÓS RECEBEREM POR MEIO ELETRONICO A CHEGADA DE SUA ENCOMENDA,MANDARIA ESSE PESSOAL TODO PRÁ RUA,E ACABARIA PARA O RESTO DOS TEMPOS AS TAIS GREVES.FICARIA MAIS BARATO PRA TODOS.
 
PAULO PEREIRA em 30/09/2011 04:03:35
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