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Campo Grande, Terça-feira, 18 de Setembro de 2018

12/03/2017 09:54

Demitidos por empresa que administra hospital cobram pagamento atrasado

Intelad cuida dos leitos de UTI da instituição especializada em tratamento de câncer, em Campo Grande

Mayara Bueno
Hospital de Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande. (Foto: Alcides Neto/Arquivo).Hospital de Câncer Alfredo Abrão, em Campo Grande. (Foto: Alcides Neto/Arquivo).

Demitidos pela Intelad Gestão de Saúde, empresa que administra o serviço de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital de Câncer Alfredo Abrão, reclamam que ainda não receberam o dinheiro referente às rescisões. Anteriormente, a empresa falta de repasse por parte da instituição de saúde.

De acordo com uma funcionária, que prefere não se identificar, o Hospital teria mandado a verba do convênio em 4 de março e a empresa quitado os salários dos trabalhadores em no quinto dia útil. Mas, pelo menos 11 demitidos não receberam ainda, garante.

Outra servidora afirmou a mesma situação. Ela foi demitida em meados de fevereiro, reclama que até agora nenhum pagamento foi feito e que empresa postergou por pelo menos duas vezes a data de depósito do acerto.

O presidente do Hospital de Câncer, Carlos Alberto Coimbra, confirmou que todos os repasses referentes aos primeiros meses do ano foram feitos à empresa. “Em relação a fevereiro, pagamos R$ 450 mil na segunda-feira passada. Está tudo em dia”, disse.

Como havia dito anteriormente, o contrato com a empresa será rompido, fazendo com que a própria instituição de saúde assuma a gestão dos 10 leitos. Ao Campo Grande News, o dirigente não havia confirmado que a situação envolvendo o pagamento dos funcionários seria um dos motivos para romper. No entanto, no sábado (11), disse que por conta destes casos decidiu notificar a empresa, para que, em 30 dias, deixe a gestão.

Em ocasião anterior, a Intelad disse que administra a UTI do Hospital desde 1º de novembro de 2016, data em que começou a estruturar e disponibilizar 20 leitos. Disse que o atraso no pagamento de salário, que também ocorreu, aconteceu por conta da falta de repasse de verba da prefeitura para empresa.

A reportagem pediu novo retorno, falando especificamente em relação ao pagamento dos demitidos, mas não conseguiu resposta até então. Da mesma forma, o representante da Intelad em Campo Grande também não atendeu às ligações.

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A responsabilidade pelos atos da terceirizada é do Hospital e do seu presidente. O sindicato não atua, não faz nada. O Ministério do Trabalho não faz nada, a justiça do trabalho não existe. Resta a esses trabalhadores a imprensa para defende-los. Esse caso é de polícia, tem que intimar esse presidente para dar explicações, fazer boletim de ocorrência. Ai tem podridão.
 
Edson Leopoldino em 13/03/2017 08:57:14
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