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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

18/03/2009 14:35

Dois são presos por venda ilegal de área privada

Redação

Policiais militares prenderam hoje dois suspeitos de integrar um esquema de venda ilegal de lotes de área privada no cruzamento das Ruas Marluce e Lindóia, na Vila Marli, em Campo Grande. O mentor das ações conseguiu escapar e será investigado.

No dia 31 de janeiro deste ano, o Campo Grande News revelou o esquema, na área que fica em frente e já pertenceu a uma imobiliária falida. No terreno, dividido em 300 lotes, o ritmo de obra era constante para levantar pequenas casas em alvenaria.

Um moradores, que pediu para não ser identificado, contou que pagou R$ 300 pelo lote 12X30. Na época, um homem chegou a mostrar os mapas que era oferidos aos interessados em comprar um dos terrenos.

Agora, os golpistas estavam prestes a comercailizar a área dos fundos, que recentemente foi comprada por um empresário de Campo Grande.

Em operação feita por policiais do 9º BPM (Batalhão da Polícia Militar) e o serviço reservado do mesmo grupamento, Ivan Divino Nogueira, 63 anos, e José Adão Morais Lopes foram presos. Eles são apontados como "corretores", que agenciavam os lotes da propriedade sem qualquer autorização do dono.

Segundo os policiais, ontem o proprietário do terreno, cujo nome será preservado, foi ao local e avisou a Nogueira que não mais vendesse os lotes porque ele era o dono. No entanto, hoje pela manhã, ele insistiu na ação e foi capturado na área.

A partir da prisão de Nogueira, a Polícia conseguiu chegar a Lopes, preso em uma madeireira perto do terreno, de onde fazia parte dos "negócios".

Os policiais apuraram que Nogueira recebia R$ 675,00 por lote vendido. Ele encontrava as pessoas que tinham interesse em adquirir terras e levava a uma residência na Rua Alfredo Nobel, onde o acordo era firmado.

Conforme a Polícia, o morador desta casa conseguiu escapar à prisão. Os policiais chegaram a marcar encontro com ele, por meio do telefone de Lopes, porém, ele já estava desconfiado e não revelou o lugar onde estava.

Os dois presos informaram à Polícia que em outra casa na mesma rua havia outra pessoa que tinha um mapa com a área loteada. No entanto, no local não foi encontrado o referido documento e, por este motivo, o suposto corretor de imóveis foi encaminhado como testemunha ao 2º DP (Distrito Policial) da Capital, onde todos prestam depoimento.

A PM acredita que se trate de um caso de estelionato e que será investigado se existe participação de outras pessoas na ação.

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