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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

08/01/2009 10:02

Em 15 anos, União vai investir R$ 350 bi em habitação

Redação

Nos próximos 15 anos, o governo fedeal investirá R$ 350 bilhões na construção de moradias para famílias com renda de até cinco salários mínimos.

A medida foi definida em reunião entre empresários, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e os presidentes do Banco Central, Henrique Meirelles, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

A informação foi confirmada pelo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, ao final do encontro. Segundo ele, o governo concordou em construir, neste ano, 300 mil unidades além do que estava previsto. "Esse é um grande programa que o Brasil precisava para atender famílias que ganham até cinco salários mínimos", disse Safady Simão.

Segundo ele, as medidas de estímulo se concentrarão em subsídios, na redução de impostos para o consumidor final, na elaboração de um cadastro de bons pagadores, na redução de taxas de cartório e na desburocratização da casa própria.

De acordo com Safady, o governo anunciará nas próximas semanas outras medidas para incentivar a construção civil. Alegando que o ministro Guido Mantega não mencionou valores na reunião, o presidente da Cbic disse que os recursos virão do Orçamento da União, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), da receita de concessões públicas, e também da iniciativa privada.

Em relação às obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Safady Simão informou que o governo remanejará recursos para os empreendimentos que estão mais adiantados. "Haverá uma reorganização de prioridades", avaliou.

Na saída do encontro, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto, informou que o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Márcio Cypriano, pediu a Henrique Meirelles que antecipasse a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central para reduzir os juros antes do previsto.

Segundo Aubert, Meirelles prometeu estudar a proposta, mas evitou dar opinião. Para o presidente da Abimaq, o fato de Cypriano, que também é presidente do Bradesco, ter reivindicado a redução dos juros representa um "milagre". O relato também foi confirmado por Safady Simão, mas a Febraban não se manifestou sobre o assunto.

Marcada para 20 e 21 de janeiro, a reunião do Copom, na avaliação dos investidores, deve resultar na diminuição da taxa Selic em 0,5 ponto percentual, de 13,75% para 13,25% ao ano. A estimativa consta do último Boletim Focus, pesquisa do Banco Central com instituições financeiras divulgada na segunda-feira (5).

Na reunião mais recente, no início de dezembro, o Copom não estabeleceu viés de redução para a Selic, quando os juros podem ser alterados a qualquer momento por determinação do presidente do Banco Central. Meirelles, no entanto, tem poder para convocar uma reunião extraordinária para discutir os juros básicos.

A última vez que o Copom se reuniu em caráter extraordinário foi em 14 de outubro de 2002. Na ocasião, o Banco Central elevou os juros básicos de 18% para 21% ao ano.

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