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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

03/01/2008 07:11

Em 2007, 35 índios foram assassinados

Redação

Os assassinatos dos índios guarani kaiowa Cleison Vasques, de 29 anos, Celestino Franco, de 62, inauguram em 2008 uma estatística que não dá sinais de redução: a das mortes violentas nas aldeias de Mato Grosso do Sul.

De acordo com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde), o número de assassinatos nas áreas indígenas triplicou em 2007. Em 2006, houve 14 homicídios em aldeias. Entre janeiro e outubro do ano passado, foram registradas 35. Mortes ocorridas nos meses de novembro e dezembro ainda não estão no levantamento.

"Estamos enfrentando uma tendência de aumento dos homicídios que está relacionada fundamentalmente com a falta de terra das reservas, os índios estão confinados em áreas muito pequenas e desse confinamento derivam problemas como alcoolismo e consumo de drogas, que estão diretamente ligados a muitas mortes", acredita o médico Zelik Trajber, coordenador técnico do Distrito Sanitário Indígena da Funasa em MS.

Uma das situações mais críticas está na reserva indígena de Dourados, no sul do Estado. Lá 12 mil índios vivem espremidos em 3,5 mil hectares. "Não tem mais nada do modo de vida tradicional, não há matas, não há rios, não há espaço, é um ambiente que ajuda no crescimento da violência", diz o médico.

Para o presidente do Centro de Defesa dos Direitos Humanos Marçal de Souza, Paulo

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