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Campo Grande, Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

11/04/2018 11:08

Estado diz que vai investir R$ 20 milhões na Caravana da Saúde

Em Campo Grande, intenção é atender 40 mil estudantes do 1º ao 7º ano com exames oftalmológicos e auditivos

Mayara Bueno e Leonardo Rocha
Secretário de Saúde de MS, Carlos Coimbra, em entrevista nesta quarta-feira. (Foto: Marina Pacheco).Secretário de Saúde de MS, Carlos Coimbra, em entrevista nesta quarta-feira. (Foto: Marina Pacheco).
Secretário de Saúde de Campo Grande, Marcelo Vilela, durante entrevista. (Foto: Marina Pacheco).Secretário de Saúde de Campo Grande, Marcelo Vilela, durante entrevista. (Foto: Marina Pacheco).

A "nova" Caravana da Saúde, projeto do governo de Mato Grosso do Sul, vai receber R$ 20 milhões de investimentos. Nesta nova etapa, estudantes da rede pública de ensino vão passar por exames oftalmológicos e auditivos e, caso precisem, receberão óculos e outros aparelhos necessários.

Nesta quarta-feira (dia 11), o Executivo estadual faz o lançamento da nova fase do projeto, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, mas aplicou os exames, em forma de teste, em duas instituições de ensino de Campo Grande na semana passada.

De acordo com o secretário de Saúde de MS, Carlos Coimbra, os R$ 20 milhões a serem aplicados são destinados para todo o Estado. Só na Capital, 45 mil estudantes farão os exames durante dois meses.

Depois, quem tiver apresentado algum problema oftalmológico ou auditivo vai passar por mais uma bateria de exames em junho, entre 16 a 24. Só após esta fase é que os aparelhos serão distribuídos.

Coimbra explica que os pais serão previamente consultados para autorizarem a realização dos exames, que vão ocorrer nas escolas que os filhos estudam. Pode ser que haja um cronograma de forma a concentrar alunos de instituições próximas em uma única escola.

A prefeitura da Capital vai ajudar em relação à logística e estrutura para os alunos das escolas municipais participarem. Para o secretário de Saúde de Campo Grande, Marcelo Vilela, a Caravana da Saúde neste modelo será "extremamente positivo".

Ele afirma que muitos estudantes não apresentam bom desempenho na sala de aula em função de problemas de visão e audição. O programa vai atender crianças do 1º ao 7º ano.

 



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