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Campo Grande, Terça-feira, 14 de Agosto de 2018

10/09/2010 14:42

Garras irá apurar se trote de sequestro saiu do presídio

Redação

A Polícia irá apurar se a falsa comunicação de sequestro feita por volta das 11h de hoje partiu de detentos do presídio. O trote mobilizou cerca de dez viaturas e vinte homens por pelo menos duas horas, no período em que fizeram rondas pelo Jardim Colúmbia, em Campo Grande, em busca da suposta vítima.

De acordo com o delegado do Garras (Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros), Rodrigo Yassaka, duas viaturas foram enviadas ao local, mas não houve confirmação de nenhum sequestro.

Ele afirma que irá apurar de onde partiu a denúncia e não descarta que a ligação tenha sido feita do presídio.

Entretanto, o delegado explica que não há nada concreto nesse sentido e nem será registrado nenhum tipo de ocorrência.

A Polícia não divulga de onde partiu essa suspeita e o delegado justifica que como se trata de um trote nenhuma hipótese é descartada.

A ligação poderá ser rastreada para verificar de onde partiu a falsa denúncia, adianta.

Aparato - O cabo da Polícia Militar Malk Anderson Valdonado Pereira, do batalhão do bairro Nova Lima, conta que o Ciops recebeu uma ligação informando que havia uma pessoa em cárcere privado com mãos e pés amarrados na rua Pindaré.

"Ele ficou na linha com o Ciops e dizia estar desesperado", detalha. O cabo afirma que as buscas mobilizaram todo um aparato de dez viaturas e vinte policiais.

O policial detalha que as 'coordenadas' que eram passadas pela suposta vítima conferiam com o local, mas que ninguém foi localizado nas condições informadas. "Nós fizemos várias rondas sem êxito", conta.

O trabalho dos policiais mudou a rotina do bairro e assustou alguns moradores. "Desceram aí uns dez camburões.

A gente fica meio cismado com um tanto desse de Polícia", detalha o caminhoneiro Antônio Carlos Leal de Queiroz, de 48 anos, morador da rua Pindaré.

A dona-de-casa Benedita de Oliveira, de 51 anos, critica a postura de quem passa trotes nos serviços de emergência. "Brincam com a Polícia, aí na hora da verdade quando eles não aparecem as pessoas querem achar ruim", declara.

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