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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

11/07/2014 11:42

Garras suspeita que dois grupos estão explodindo caixas eletrônicos

Renan Nucci
Caixas foram explodidas em Aral Moreira no mês passado. (Foto: Aral Moreira News)Caixas foram explodidas em Aral Moreira no mês passado. (Foto: Aral Moreira News)

A onda de ataques a caixas eletrônicos em Mato Grosso do Sul deixa as autoridades em alerta. Do início de junho até agora, Bela Vista, Inocência, Aral Moreira e Corumbá já foram alvos dos criminosos que sempre agem em bando. A suspeita é de que mais de um grupo esteja envolvido.

Os casos são investigados pelas delegacias locais, contando com apoio do Garras (Grupo Especializado de Repressão a Roubos a Bancos, Assaltos e Sequestros), de Campo Grande.

Segundo o delegado Alberto Rossi, do Garras, embora os crimes tenham sido os mesmos, eles foram cometidos de maneiras diferentes e em regiões distantes.

"Dois crimes ocorrem na fronteira com o Paraguai, outro na fronteira com a Bolívia e um na região de Três Lagoas. Isso nos leva a crer em mais de um grupo envolvido, mas a comprovação será dada somente com o fim dos inquéritos instaurados pelos delegados responsáveis”, explicou Rossi.

Casos - No dia 5 de junho, três homens encapuzados invadiram um supermercado localizado na área central de Inocência, município localizado na divisa com o Goiás. Armados, eles renderam três funcionários que trabalhavam na descarga de mercadorias, explodiram um caixa eletrônico e depois fugiram com o dinheiro.

Dois dias depois, fato semelhante ocorreu em Aral Moreira, cidade a 364 quilômetros de Campo Grande e que faz fronteira com o Paraguai. Na ocasião, o alvo também foi um caixa eletrônico instalado em um supermercado. O caso despertou preocupação nos moradores, pois era incomum na região.

Na madrugada de 2 de julho, foi a vez de Bela Vista, a 322 quilômetros da Capital, também fronteira com o Paraguai. Quatro homens fortemente armados entraram em um agência do Banco do Brasil, no centro, e explodiram os caixas, fugindo com certa quantia de dinheiro.

No dia 4, em Corumbá, fronteira com a Bolíva. Dois homens que ainda não foram identificados utilizaram dinamites para tentar explodir os caixas. Um dos explosivos falhou e as máquinas sofreram danos, mas não foram abertas. Frustrada, a dupla fugiu de mãos vazias.



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