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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

19/11/2009 11:34

Governo deflagra construção de estrada Bonito-Bodoquena

Redação

A Ordem de Serviço para o início das obras de pavimentação da MS-178, que liga os municípios de Bonito e Bodoquena, deve ser assinada amanhã. A empresa Nautilus Engenharia vai executar o serviço.

A construção da primeira fase, que deve durar cerca de um ano e meio, custará R$ 19 milhões, sendo R$ 17 milhões do Ministério do Turismo e R$ 2 milhões de contrapartida do Estado. Ao todo, o valor da estrada de 70 quilômetros é de R$ 70 milhões. Para a execução do serviço, ela foi dividida em três trechos.

A estrada ligará os dois principais pólos turísticos de Mato Grosso do Sul: Bonito e Pantanal. A obra é muito esperada pelo trade turístico do Estado, que pretende montar pacotes interligados, inclusive com Foz do Iguaçu.

Isso sem contar com o aspecto econômico, já que a ligação entre os dois municípios abrirá postos de emprego e trará opção de renda à comunidade da região.

A idéia é que a segunda fase da obra seja financiada pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). A estimativa de custo é de R$ 42 milhões. Já a terceira fase deve custar R$ 8 milhões, com verba do governo estadual.

Para este e outros projetos na área de turismo, o Estado pediu US$ 50 milhões ao BID, sendo US$ 20 milhões de contrapartida. Técnicos da instituição estão hoje em Campo Grande em missão para conhecer o projeto.

O Ministério do Turismo está disponibilizando recursos para financiar a contrapartida dos estados em projetos nesta área. Ao todo, há R$ 1 bilhão para financiar obras que fomentem o turismo e proporcionem capacitação aos trabalhadores do setor, sempre com foco na preservação ambiental.

Dentro dos US$ 30 milhões que o Estado está pedindo ao BID, dois pólos turísticos devem ser beneficiados: Campo Grande e Bonito-Bodoquena.

Além da estrada, a região pode receber infra-estrutura para o turismo, fortalecimento de gestão, verba para qualificação de pessoal e para marketing e divulgação das belezas do local.

Na Capital, a verba deve ser aplicada no setor de turismo de eventos, tecnológico e de negócios, principalmente com qualificação de pessoal e infra-estrutura.

Segundo o coordenador do Prodetur (Programa de Desenvolvimento de Desenvolvimento do Turismo), Domingos Sávio de Souza Mariúba, este processo junto ao BID dará know-how para Mato Grosso do Sul pleitear mais recursos e beneficiar outros pólos no Estado.

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