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Campo Grande, Sábado, 19 de Outubro de 2019

18/08/2018 14:29

A exemplo do Brasil, Paraguai também vacinou população neste sábado

Em Pedro Juan, na fronteira seca com a sul-mato-grossense Ponta Porã, ação envolveu 11 unidades de saúde

Ricardo Campos Jr. e Helio de Freitas
Criança paraguaia vacinada neste sábado (Foto: divulgação)Criança paraguaia vacinada neste sábado (Foto: divulgação)

O poder público paraguaio também montou um mutirão para vacinar a população neste sábado (18), em Pedro Juan Caballero. O município, vizinho à Ponta Porã, abriu 11 unidades de saúde pela manhã oferecendo diversos tipos de imunizações diferentemente do Brasil, que foca a ação no combate ao sarampo e poliomielite.

Todas as famílias foram convocadas a ir até os postos com as cadernetas para atualizá-las. Alguns profissionais se fantasiaram de personagens infantis e houve até sorteio de bicicletas para as crianças.

No lado brasileiro, as ações fazem parte de uma campanha nacional que vai até o dia 31 de agosto. Todos os postos abriram hoje na cidade fronteiriça para o Dia D, assim como aconteceu em todos os outros municípios.

Funcionários da área da saúde vacinam crianças em Pedro Juan Caballero (Foto: divulgação)Funcionários da área da saúde vacinam crianças em Pedro Juan Caballero (Foto: divulgação)

Pais com filhos de 1 a 5 anos que não tenham tomado as doses nos últimos 30 dias foram convocados a levá-los até as unidades. O Ministério da Saúde informou que somente 16% do público-alvo havia sido imunizado em todo o país. A meta é aplicar as vacinas em 11 milhões de crianças até o fim do mês.

A tríplice viral, vacina que protege contra o sarampo, a caxumba e a rubéola deve ser tomada na infância e em duas doses, a primeira com 12 meses e a segunda com 15 meses.

Na segunda dose, a vacina recebe um reforço contra uma quarta doença, a varicela, infecção viral altamente contagiosa que causa a catapora.

A vacina oral contra a Poliomelite (VOP) induz boa imunidade e humoral protegendo contra dois tipos do poliovírus 1 e 3, com eficácia de 90% a 95% após a administração das três doses. A dose é contra indicada para crianças com imunodeficiência congênita ou adquirida, neoplasia maligna, que estão em tratamento com corticoides em doses elevadas ou submetidas a outras terapias imunossupressoras (quimioterapia, radioterapia) ou crianças com reação anafilática em dose anterior.

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