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Interior

Estado de prefeito é irreversível: "está se apagando"

Médico atualizou boletim do prefeito José Carlos Acevedo que teve piora acentuada nas últimas horas

Por Silvia Frias | 18/05/2022 16:58
Médico David Peña atualizou o estado de saúde do prefeito (Foto/Reprodução)
Médico David Peña atualizou o estado de saúde do prefeito (Foto/Reprodução)

O quadro clínico do prefeito de Pedro Juan Caballero, José Carlos Acevedo é praticamente irreversível, de acordo com boletim médico atualizado há pouco, no Hospital Privado Vida Vida, em Pedro Juan. “Está se apagando”, disse o médico intensivista David Peña. Acevedo foi vítima de atentado, sendo ferido com sete tiros.

No boletim anterior, Peña havia dito que o prefeito estava em coma induzido, em estado grave e estável. Porém, pouco mais de meia hora depois, o quadro clínico se alterou com piora nas funções renais, batimentos mais lentos e pulmões entrando em falência.

“As esperanças são mínimas, ele está se apagando”, disse Peña. Segundo o médico é “muito difícil” que o quadro se reverta. "O seu corpo já está cansado, já lhe aplicamos a dose máxima de medicamentos, a situação é praticamente irreversível", explicou.

Prefeito José Carlos Acevedo foi ferido em atentado, ontem (Foto/Divulgação)
Prefeito José Carlos Acevedo foi ferido em atentado, ontem (Foto/Divulgação)

Atentado - Acevedo saía de uma reunião com vereadores na sede da Câmara Municipal, localizada em frente ao Palácio da Justiça, na tarde de ontem (17), quando foi atacado a tiros por pistoleiros em um carro branco.

Ele foi atingido com sete tiros, sendo quatro disparos entre mandíbula e pescoço e os outros no braço direito e um do lado esquerdo do corpo. O prefeito chegou a ter parada cardíaca por cerca de 25 minutos.

Reeleito em outubro do ano passado, José Carlos Acevedo é filiado ao Partido Liberal. Poucos dias antes da eleição de outubro, ele causou polêmica ao chutar o corpo de um traficante, vítima da chacina com quatro mortes, ocorrida em frente a um centro de eventos de Pedro Juan. Entre os mortos, estava a sobrinha dele, filha do governador de Amambay, Ronald Acevedo.

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