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Campo Grande, Quarta-feira, 17 de Janeiro de 2018

18/02/2016 12:16

Exames descartam suspeitas gripe suína, mas secretaria permanece em alerta

Caroline Maldonado

Exames feitos na última semana descartaram suspeitas de casos de Influenza/H1N1, a chamada Gripe Suína, em Corumbá, 419 quilômetros de Campo Grande. Após uma morte em função da doença, outros seis óbitos foram investigados e 12 pacientes também fizeram exames. Apesar de não haver mais incidência, a Secretaria de Saúde do município permanece em alerta. Quem chega com uma gripe simples já começa a tomar medicamento Tamiflu, indicado para combater a Influenza.

Deram negativos exames feitos com material de uma mulher e um homem, que morreram na cidade há cerca de uma semana, segundo a assessoria da prefeitura do município. No dia 18 de janeiro, o policial militar aposentado Ismar Mosciaro Gomes, 53 anos, morreu com H1N1. Ele é a único paciente que morreu em virtude da doença em Mato Grosso do Sul.

Na segunda-feira (15), o MPE (Ministério Público Estadual) recomendou à prefeitura de Corumbá que solicite ao Ministério da Saúde doses de vacina contra Influenza, suficientes para atender toda população do município e estrangeiros e não apenas pessoas com mais de 60 anos.

A prefeitura informou que a cidade nunca teve problemas com falta de vacinas, encaminhadas pelo Estado. No ano passado, sobraram doses que foram usadas para aplicação no grupo de risco. Eram, no total, 1,5 mil doses, conforme garantiu a assessoria.

Sintomas - A prefeitura destaca a importância da procura pelo atendimento logo nos primeiros dias de sintomas, que possam ter relação com a Influenza, pois 40 pessoas não puderam ser diagnosticadas, porque procuram o posto após sete dias do início dos sintomas.

Quem contrai a doença tem febre acima de 38ºC, tosse e dificuldade respiratória, acompanhada ou não de dor de garganta. Alterações gastrointestinais, dor de cabeça, dores musculares, nas articulações e tosse também são sintomas da Influenza. A febre ocorre em 92% dos casos confirmados. O doente deve evitar a automedicação e procurar um médico.

Casos - Em 2015, sete mortes foram confirmadas em decorrência da doença emMato Grosso do Sul. Em 2014, o número foi ainda maior, foram 29 vítimas. 



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