Mulher é morta a facadas pelo marido e MS registra 24 feminicídios no ano
Crime ocorreu na madrugada deste domingo; o suspeito fugiu com a filha de 5 anos após o crime

Marta Florentino Godoi, de 40 anos, foi morta a facada pelo marido, Dion Lenon Fermino, 34, na madrugada deste domingo (23), na Vila Trindade, em Aquidauana, a 141 quilômetros de Campo Grande. Com a morte dela, Mato Grosso do Sul chega ao 24º feminicídio registrado neste ano.
RESUMO
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Marta Florentino Godoi foi morta a facadas pelo marido, Dion Lenon Fermino, de 34 anos, na madrugada de domingo, em Aquidauana, a 141 km de Campo Grande. O crime elevou para 24 o número de feminicídios em Mato Grosso do Sul neste ano. O suspeito fugiu antes da chegada da polícia e segue foragido. Dois dias antes, Fátima Alves de Matos, de 54 anos, morreu após agressões do marido, em Costa Rica. O suspeito foi preso em flagrante.
Conforme apurado pelo Campo Grande News, Marta e Dion teriam iniciado uma discussão na casa onde moravam. Diante da situação, o padrasto de Dion decidiu levar o casal para a própria residência, na Travessa Margarida Mendes.
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Na madrugada, a mãe do suspeito passou mal e precisou ser levada ao hospital. Quando o casal retornou para casa, encontrou Marta já morta, com ferimento provocado por faca. Dion não estava mais no imóvel e teria fugido antes da chegada da mãe e do padrasto, levando a filha do casal, de 5 anos.
As Polícias Civil e Militar estiveram no endereço para realizar os primeiros levantamentos e iniciaram as buscas pelo suspeito, que segue foragido.
Caso anterior - Dois dias antes da morte de Marta, Fátima Alves de Matos, de 54 anos, morreu após ser agredida em Costa Rica. O marido dela, Rubens Alves Justino, também de 54 anos, conhecido como “Rubinho”, foi preso em flagrante na madrugada de sexta-feira (21), suspeito do crime.
Fátima deu entrada já sem vida na Fundação Hospitalar da cidade, com diversos hematomas pelo corpo. Uma testemunha contou à polícia que ouviu uma discussão intensa entre o casal e encontrou a vítima desacordada sobre o sofá.
O caso foi registrado como feminicídio e passou a ser investigado pela Polícia Civil.
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