ACOMPANHE-NOS    
AGOSTO, QUINTA  13    CAMPO GRANDE 24º

Interior

Polícia caça Voyage usado por bandidos na fuga após assalto a agência do BB

Eles deixaram a cidade em um veículo prata, que até agora não foi localizado

Por Marta Ferreira | 30/07/2020 07:35
O veículo usado pelos bandidos na fuga após assalto a banco em Nova Alvorada do Sul. (Foto: Reprodução de vídeo)
O veículo usado pelos bandidos na fuga após assalto a banco em Nova Alvorada do Sul. (Foto: Reprodução de vídeo)

Vinte e quatro horas depois, as forças policiais seguem mobilizadas em Mato Grosso do Sul para render os assaltantes que invadiram a agência do Banco do Brasil em Nova Alvorada do Sul, município a 120 quilômetros de Campo Grande, de onde levaram dinheiro do cofre.

A reportagem apurou que uma das suspeitas é de que os três bandidos estejam na área rural entre as duas cidades, que é extensa. Nova Alvorada também é cortada pela BR-163, que leva tanto ao norte quanto ao sudeste do País, e as equipes suspeitam que os quatro assaltantes fugiu em direção a Campo Grande.

Três deles entraram no banco e um ficou do lado de fora, no veículo, esperando os comparsas para a fuga. Câmeras de segurança da entrada da cidade flagraram um dos carros usados pela quadrilha no roubo, um Volkswagen Voyage de cor prata.

Tudo indica que esse veículo tenha sido escondido. Não foi possível identificar placa, que certamente era fria, conforme apurado.

A força tarefa inclui policiais civis e militares, das unidades da região e da Capital, entre elas o Bope (Batalhão de Operações Especiais), o Batalhão de Choque e o Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros).

O crime – O roubo foi por volta das 7h desta quarta-feira (29). Os levantamentos indicam que os bandidos entraram de madrugada na agência, esperaram a chegada do segurança e do gerente, surpreenderam os dois armados de pistola e obrigaram a abrir o cofre.

A quantia em dinheiro levada é próxima de R$ 1 milhão, segundo levantado. Os bandidos planejaram o assalto, interessados no dinheiro depositado por usina de álcool e açúcar da região que estava prestes a fazer pagamento de funcionários.

O Banco do Brasil foi procurado, mas ainda não enviou retorno sobre o acontecimento.