Primo de traficante metralhado há 4 anos é alvo de ataque a tiros em Ponta Porã
Homens armados com fuzis chegaram ao local onde Victor Moreno Segovia Peralta estava na tarde de sábado (15)

Victor Moreno Segovia Peralta, conhecido como “Nico”, foi alvo de um atentado a tiros na tarde deste sábado (15), na região central de Ponta Porã, a cerca de 315 quilômetros de Campo Grande. Segundo informações preliminares, quatro homens armados chegaram em uma Toyota SW4 e efetuaram disparos contra Victor, que conseguiu fugir e se esconder em um terreno baldio ao lado de um bar.
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O ataque aconteceu na Avenida Brasil, esquina com a Rua 15 de Novembro, nas proximidades de um estabelecimento que comercializa água mineral. Victor estava no local conversando com uma pessoa quando percebeu a aproximação dos suspeitos.
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De acordo com informações repassadas à reportagem, os quatro homens estavam armados com fuzis. Ao perceber a movimentação, Victor correu em direção a um terreno onde não havia construção. Os suspeitos foram atrás, mas não conseguiram localizá-lo.
Após vasculharem o local, os atiradores deixaram a região e seguiram em direção à fronteira com o Paraguai. A esposa de Victor estava no local no momento do ataque e não soube informar se ele foi atingido pelos disparos. Até a publicação desta matéria, não havia confirmação de feridos.

Primo "famoso" - Victor Moreno Segovia Peralta é apontado por fontes policiais como primo de Cléber Riveros Segovia, o “Dogão”, morto a tiros de metralhadora em outubro de 2022, em um condomínio fechado na cidade de Sertaneja, no Paraná.
Na época, o Campo Grande News revelou que “Dogão” era apontado como um dos nomes que buscavam se consolidar no comando do tráfico de drogas e armas na região de fronteira entre Pedro Juan Caballero, no Paraguai, e Ponta Porã.
Na ocasião, fontes policiais afirmaram que Victor seria integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital) e que teria sido um dos elos de “Dogão” com a facção criminosa. Victor estava preso em Mato Grosso do Sul e, segundo informações obtidas pela reportagem, estaria atualmente em regime semiaberto.
Ainda conforme as informações policiais, Victor estava no estabelecimento de venda de água mineral para visitar ou conversar com uma pessoa quando foi surpreendido pelos atiradores.
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