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Campo Grande, Quarta-feira, 20 de Setembro de 2017

24/08/2017 11:40

Judiciário de MS é o 1º a levar mais réus a júri e 2º que mais prende no país

No Estado, 64% das audiências de custódia terminam com suspeitos presos preventivamente

Anahi Zurutuza
Presos durante audiência de custódia (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)Presos durante audiência de custódia (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)

O Judiciário de Mato Grosso do Sul é primeiro do Brasil a levar mais réus a júri popular e ainda o segundo que mais prende preventivamente nas audiências de custódia, a primeira que ocorre logo depois da prisão de um suspeito em flagrante com mandado de prisão temporário.

Desde que foram implantadas em 2015, 11.842 audiências de custódia foram realizadas em Mato Grosso do Sul e delas, 7.660 (64,69%) resultaram na decretação da prisão preventiva dos suspeitos pelos mais diversos crimes.

Conforme levantamento feito pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e divulgado pelo TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) nesta quinta-feira (24), pelo índice é possível constatar que o Judiciário de Mato Grosso do Sul está entre os mais severos do país na realização das audiências de custódia.

O percentual não é apenas superior à média nacional, que ficou em 55,32% de sessões iniciais de julgamento que terminam com suspeitos presos. No comparativo com outros Estados. Mato Grosso do Sul é o segundo Judiciário que mais prende no país.

Custódia – As audiências de custódia foram implantadas em 2015 em cumprimento à determinação do CNJ. De lá para cá, no país foram realizadas 258,4 mil sessões.

Tanto os dados regionais quanto os nacionais referem-se ao período de 5 de outubro de 2015 a 5 de julho de 2017.

Júris – Sem detalhar a quantidade de júris realizados no período, o TJMS divulgou ainda que é o primeiro do país a mais levar réus por crimes dolosos contra vida a júri popular.

Evitar que estes crimes caiam no esquecimento é o maior legado deixado à sociedade, disse o presidente do TJMS, afirmou o desembargador Divoncir Schreiner Maran por meio da assessoria de imprensa. “Os nossos juízes têm feito o seu melhor e evitado que sejam retardados os julgamentos, envidando todos os esforços para realizar mais julgamentos em menos tempo”, afirmou.




Ao escrever e publicar tal artigo, o autor e o meio de comunicação, poderiam ser um pouco mais coerentes e mencionar que isso só ocorre porque temos, no Mato Grosso do Sul, a segunda melhor Polícia Judiciária do Brasil. Sem o trabalho desta, o Judiciário não atua, na esfera criminal. Que destaquem o trabalho do Judiciário, mas sejam imparciais e honestos. O trabalho de um só se materializa, depois do trabalho bem feito do outro.
 
Sebastiao em 24/08/2017 12:55:52
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