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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

15/11/2013 08:57

Ministra do Meio Ambiente considera "inaceitável" morte de policial de MS

Aliny Mary Dias

A morte do policial militar Pedro Luiz Souza Gomes que saiu de Mato Grosso do Sul para atuar na Força Nacional em Rondônia foi classificada como “lamentável” e “inaceitável” pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Pedro morreu baleado ontem (14) durante um conflito no distrito de Rio Pardo em Rondônia.

Conforme divulgado pela Folha de São Paulo hoje, a ministra relatou que todos no ministério ficaram abalados com a morte. “Estou muito abalada por causa dessa família, por causa desse profissional, por causa da Força de Segurança Nacional, que é uma turma de primeira linha no combate ao desmatamento na Amazônia”.

Teixeira disse ainda que as circunstâncias da morte do policial sul-mato-grossense serão apuradas. “Eu quero entender em que circunstância aconteceu essa morte. [...] Estou aguardando as pessoas me darem detalhes”.

Ao todo, 146 homens da Força Nacional participavam da operação que tem objetivo de dar início a desocupação da Floresta Nacional de Bom Sucesso. A estimativa do ministério é que cerca de 200 pessoas ocupem ilegalmente a área.

Após a morte de Pedro, todas as equipes que estavam no local foram retiradas por ordem da ministra.

Morte - Conforme o site Rondônia ao Vivo, Luiz Pedro de Souza Gomes, 33 anos, foi alvejado com um tiro na altura do ombro. Ele morreu no local. De acordo com o coronel Enedi, da Polícia Militar de Rondônia, a morte ocorreu durante um confronto entre os policiais e 300 moradores da região.

Luiz Pedro chegou a ser socorrido pelos colegas da Força Nacional, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.

O secretário estadual de Segurança, Defesa e Cidadania, Marcelo Bessa, está reunido para decidir como será feito a evacuação da região do conflito. No momento, segundo o coronel Enedi, a situação é tranquila.

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Depois da morte do policial todas as equipes que estavam no local foram retiradas por ordem da ministra, era exatamente o que queriam os ocupantes das terras. Será que as circunstâncias da morte do policial sul-mato-grossense serão apuradas na mesma proporção que foi a do pedreiro Amarildo (Não concordo com mortes de inocentes) mas a justiça deve ser a mesma para TODOS os brasileiros. E a midia vai cobrir o caso nos horários nobres acompanhando as investigações ou vai cair no esquecimento porque foi apenas mais um policial que morreu na mão de bandidos e isso não dá ibope??????
 
Katia Freitas em 16/11/2013 11:26:46
Muito mais importante do que todo esse conflito era a pessoa do Pedro.. um cara tranquilo, alegre, boa pessoa, boa índole... a vida dele foi uma perda inestimável...
 
Obedy Lima em 15/11/2013 15:08:08
Abalado e triste...tinha o Pedro como amigo pessoal e acadêmico do último ano de Engenharia Mecatrônica, perdemos uma grande pessoa em luta pelo bem.
 
Jimmy Freitas em 15/11/2013 12:05:30
cade a corja dos direitos dos manos agora?se fosse um marginal que tivesse morrido no confronto,a essas alturas do campeonato,seria destaque no mundo inteiro durante semanas,o povo hipócrita,até quando pais de famílias irão perder suas vidas em detrimento de lixos que pouco se lixam se eles existem?é fácil ficar com as nádegas coladas em seus gabinetes com ar,e criticarem o serviço da polícia depois,vão lá covardes,sintam de perto as hostilidades dos que vocês defendem, depois emitam suas opiniões
 
francisco da silva em 15/11/2013 10:57:08
De que adiante "considerar inaceitável", e continuarem com essa politicalha imbecil?
 
Eduardo Semir em 15/11/2013 10:39:07
e inaceitavel uma tragedia dessa esses sem terra deveria receber uma puniçao gravicima cera q ninguem pode faser algo contra eles e enquanto essa familia q ele deichou como cera para elas enquantos tamos trabalhando dignamente para ter o pao de cada dia, essas pessoas querem tudo de graça cinceramente estou indignado com uma situaçao dessa...
 
ivan f.fernandes em 15/11/2013 10:21:26
qual foi a orientação da Secretaria Nacional de Direitos Humanos e do MPF, mesmo? Ah, desocupação os policiais devem ir desarmados, porque se trata da retomada do patrimônio questão de menor valor, em relação a vida, de pessoas desasistidas, que estão resistindo legitimamente à violência do Estado, que o policial armado é violento, etc. etc. meus pesâmes à família desse heroi SULmatogrossense.
 
Reginaldo Salomão em 15/11/2013 09:37:26
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