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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

19/12/2010 13:49

MPE também investigará denúncia de prostituição no IPCG

Aline Queiroz e Jorge Almoas

Menores de idade podem entrar em celas da unidade

Relatório feito por agentes penitenciários aponta que as condições em que são feitas as visitas no IPCG (Instituto Penal de Campo Grande) favorecem a prostituição de adolescentes dentro da unidade prisional, localizada no Jardim Noroeste, em Campo Grande.

O promotor de execução penal, Fernando Jorge Esgaib, recebeu o documento e disse que, embora seja cedo para comentar esta denúncia, todas informações existentes do relatório serão investigadas.

Agentes penitenciários elaboraram o relatório e encaminharam ao MPE (Ministério Público Estadual).

No documento, os servidores revelam que crianças e adolescentes entram em celas da unidade prisional, o que contraria o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

A quadra de esportes, segundo os agentes, seria o local mais apropriado para as visitas.

Entretanto, na versão dos servidores, até o solário tem sido usado para as visitas de menores de idade.

“O que é, não posso provar, mas menores estão se prostituindo dentro desta unidade”, aponta o documento.

O relatório recebido pelo promotor tem uma série de denúncias, algumas com fotos para dar credibilidade às informações prestadas.

O funcionamento da cantina volta a ser alvo de reclamações.

“É sabido que a venda de alguns produtos foi restrita, o que não vem sendo cumprido. O que facilita o descumprimento são as visitas marcadas. Nos dias marcados, tudo é recolhido pela administradora da cantina, a mando do diretor do presídio”, destaca.

O denunciante continua: “Sugiro uma visita inesperada, numa terça feira – um dia depois da compra para a cantina. Chega sem avisar”, orienta a denúncia.

Segundo o denunciante, no Instituto Penal, há duas cantinas, uma no pavilhão I e outra no pavilhão II, que movimentam muito dinheiro.



Já que o jornal afirma não publicar ´comentários em que o remetente não se identifique, gostaria de saber porque publicam matérias cujo denunciante não se identifica. Acredito que para uma notícia ter credibilidade e seriedade tem que publicar a matéria com o nome do denunciante. Assim é fácil para um jornalista: recebe a matéria pronta sem ao menos saber da índole da pessoa e da veracidade das informações. Cuidado, pois eu já passei por esse tipo de calúnia e já estou tomando as providências cabíveis.
 
Laurenne Costa de Oliveira em 19/12/2010 05:32:50
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