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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

26/04/2011 11:53

MS dá largada à recuperação de 235 km de estradas arruinadas pela chuva

Aline dos Santos

Com as obras, o lamaçal dá lugar a vias cascalhadas

Localizada na região de Dourados, a MS-270 está sendo recuperada pelo governo do Estado. Localizada na região de Dourados, a MS-270 está sendo recuperada pelo governo do Estado.

Um exército de 600 pessoas, caminhões e máquinas estão trabalhando para recuperar os 235 km de estradas estaduais destruídos pelas fortes chuvas em Mato Grosso do Sul.

Ao todo, 19 trechos de 18 rodovias não pavimentadas serão recuperados até o fim de maio. Com as obras, o lamaçal e a destruição dão lugar a vias compactadas e cascalhadas.

“As obras começaram na semana passada e quase 20% já foram executados. As prioridades eram o escoamento da safra e recuperação de pontos críticos”, afirma o titular da Seop (Secretaria Estadual de Obras Públicas e Transporte), Wilson Cabral Tavares.

As obras são custeadas com recursos de R$ 5 milhões repassados pelo Ministério da Integração Nacional. O dinheiro, a título de ajuda emergencial, foi anunciado pelo ministro Fernando Bezerra em 11 de março, auge das chuvas, mas chegou ao Estado com atraso de um mês.

Neste período, o governo estadual teve que intervir, com obras emergenciais, para evitar maiores prejuízos no campo. “Demos um socorro e a safra não foi tão prejudicada pela condição das estradas”, avalia o secretário.

As frentes de trabalhos vão recuperar trechos da MS-324, MS-425, MS-162, MS-156, MS-466, MS-462, MS-455, MS-465, MS-267, MS-379, MS-258, MS-380, MS-270, MS-145, MS-274, MS-278, MS-378 e MS-280.

Ao todo, os prejuízos com estradas e pontes chegaram a R$ 109 milhões em Mato Grosso do Sul. “É normal ter chuva neste período do ano, mas dessa vez foi meio exagerado”, frisa.

Segundo Cabral, foram priorizados 19 trechos de rodovias. (Foto: João Garrigó)Segundo Cabral, foram priorizados 19 trechos de rodovias. (Foto: João Garrigó)

Pontes - O governo agora aguarda que os R$ 16 milhões, já liberados pela União, cheguem ao Estado. O montante será utilizado na recuperação das pontes. “Já está tudo pronto para começar”, salienta Wilson Cabral.

A primeira ação será a reconstrução das pontes levadas pelas cheias dos rios Anhanduí (região de Nova Andradina), Aquidauana, Coxim e Barreiros (Paranaíba).

Ao todo, o ministério repassará R$ 30 milhões para que 31 pontes de madeira sejam trocadas pelo concreto, material mais resistente à chuva e ao peso dos veículos. O Estado tem 1.030 pontes de madeiras, 12 mil km de rodovias não pavimentadas e quatro mil km de rodovias estaduais asfaltadas.

Frente de obras – As ações emergenciais são realizadas simultaneamente com os projetos para recapeamento e pavimentação de estradas. A meta do governo é ampliar em mil quilômetros o quantitativo de estradas asfaltadas.

Mais de 500 quilômetros de estradas estão sendo recapeados: MS-141 (Naviraí a Ivinhema), MS-276 (Indápolis a Deodápolis), MS-306 (Chapadão do Sul a Cassilândia), MS-377 (Água Clara a Inocência), MS-145 (Deodápolis à BR-267).

Outras seis rodovias estão sendo pavimentadas: MS-436 (Camapuã, Figueirão e Alcinópolis), MS-306 (região de Costa Rica), MS-112 (Inocência a Três Lagoas), MS-178 (Bonito a Bodoquena) e MS-359 (Coxim à divisa com Goiás).

Auxílio - Com prejuízos de R$ 97 milhões com pontes e estradas, os municípios em situação de emergência ainda esperam pela ajuda financeira do governo federal.

Do Estado, o auxílio é constante. “Tem o Fundersul, que repassa 25% para os municípios. E o governo firmou convênios com 62 municípios para cedência de máquinas, como carregadeiras, patrolas e caminhões”, enfatiza Wilson Cabral.

Neste ano, a previsão é que o Fundersul (Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário do Estado de Mato Grosso do Sul) destine R$ 44 milhões aos municípios.

O Ministério da Integração Nacional reconheceu situação de emergência em 22 municípios do Estado: Aquidauana, Campo Grande, Miranda, Nova Alvorada do Sul, Ribas do Rio Pardo, Rio Verde, Rochedo, Terenos, Bandeirantes, Chapadão do Sul, Maracaju, São Gabriel do Oeste, Coxim, Nioaque, Paranaíba, Santa Rita do Pardo, Anastácio, Dois Irmãos do Buriti, Ivinhema, Corguinho, Sidrolândia e Alcinópolis.



E BANDEIRANTES? NÃO EXISTE?
 
César Roos em 27/04/2011 10:03:03
E a região do PANTANAL? A região da NHECOLANDIA, a maior e mais produtiva região do Pantanal, está completamente isolada! O governo decretou estado de calamidade ou emergencia, não sei ao certo, somente para justificar as perdas financeiras dos fazendeiros junto aos bancos? E AS PESSOAS QUE ESTÃO ISOLADAS? Ninguém fala das pessoas, os verdadeiros PANTANEIROS são os PEÕES E FAMILIARES que sofreram com a SECA e agora sofrem com o isolamento da CHEIA! Fazendeiro não é pantaneiro é dono, é patrão! Os governos, em todos os níveis, até AGORA, não fizeram NADA!!!! O Exército colocou uma ponte na região do PASSO DA LONTRA e só!!!! Nem serviço de balsa há pra atender os moradores da região! Faltam mantimentos e insumos nas Fazendas! O PANTANALSÓ SERVE PARA O ESTADO FAZER MARKETING? CHEGOU O MOMENTO DE FAZER ALGO PARA O PANTANAL , POIS O PANTANAL JÁ FEZ MUITO PARA O ESTADO!!!! IMAGEM NÃO É TUDO, O PANTANAL, ALÉM DA BELEZA BUCÓLICA E PARAISO NATURAL, É UM LUGAR INÓSPITO E CARENTE DE TUDO!!!! Abram os olhos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
Marcos Araujo em 26/04/2011 12:27:06
E como sempre Iguatemi está de fora, os fazendeiros só pagam o Fundersul e não tem nada em troca.
Nossa região sópresta em época de elições, daí vem todo mundo dizendo que ama Iguatemi, e os trouxas votam em todos eles. Mas povão não se preocupem, em enos de 2 anos começaremeos a ter visitas de novo, com os que amam essa região, mas antes vão ter que arrumar a estrada para chegarem aqui, que estão completamente abandonadas nossas rodovias estaduais e as estradas vicinais.
Mas é assim mesmo, povão só serve pra votar.
 
kAMÉL eL kADRI em 26/04/2011 07:10:11
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