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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

20/10/2011 13:26

MS já registrou 206 casos de leishmaniose, sendo mais da metade na Capital

Paula Vitorino

CCZ da Capital continua trabalho de coleta de sangue para análise do índice de infestação da doença em 2011

Mato Grosso do Sul já registrou 206 casos de leishmaniose visceral até esta quarta-feira (19), segundo dados da SES (Secretaria Estadual de Saúde). Destes, 60% são somente em Campo Grande. A doença ainda provocou a morte de seis pacientes.

Em relação ao ano passado, o número de mortes caiu, já que foram 20 óbitos em 2010. No entanto, o registro de casos da doença até o dia 19 deste mês já se aproxima do total de pacientes em todo o ano passado, quando foram diagnosticadas 214 vítimas.

Mas o gerente de zoonozes da SES, Paulo Mira Batista, esclarece que os números não indicam uma epidemia e que estão dentro do índice para considerar o nível de contaminação estável no Estado.

Para evitar que os casos aumentem, as secretarias de saúde dos municípios continuam com as ações de prevenção, que incluem relatório de contágio de animais com leishmaniose, borrifação e manejo ambiental.

Na Capital, o CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) está realizando a coleta de sangue dos cães e gatos nas residências. A meta é coletar material de 100 mil animais, e até agora as equipes atingiram metade do cronograma. Os trabalhos começaram em julho e devem terminar nos próximos 40 dias.

A coordenadora do Centro, Júlia Macksoud, explica que os trabalhos dependem do fornecimento de materiais do Ministério da Saúde. A partir de amanhã, as equipes continuam os trabalhos de coleta junto com a campanha de vacinação antirrábica. Os agentes estarão nos bairros Noroeste e Nova Campo Grande nesta primeira etapa.

Após a coleta dos materiais, o CCZ fará a informatização e análise para o levantamento do índice de infestação da doença na Capital. O relatório deve ser divulgado até o fim do ano.

A borrifação nos bairros começa logo em seguida a conclusão da coleta de sangue dos animais. O serviço terá início nos bairros onde existem casos confirmados em humanos. O CCZ ainda irá definir quais são essas regiões.

Já o trabalho de manejo ambiental é realizado durante todo o ano, em conjunto com as ações contra a dengue. Os agentes percorrem os bairros para eliminar entulhos e locais propícios a propagação do mosquito transmissor.

A SES também realiza constantemente ações de capacitação a profissionais da área de saúde com o objetivo de agilizar o diagnóstico e melhorar o tratamento, diminuindo os casos de complicações da doença e mortes.

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Se preocupam tanto com os cães, mas se esquecem de dar um aumento digno para os agentes de saúde.Será que a população sabe qual é o salário deles.É uma vergonha.Não sei quando isso vai mudar.
 
Marcia Souza em 20/10/2011 10:40:20
Em minha casa, ñ vai entrar meus bichos são cuidados, e meu quintal é limpo, acredito que com isso, vai só piorar o problema, será que vai ter seringa p/ todos os cães? os meus são vacinados, mas virose é perigoso, msm com eles vacinados. se preciso pago, mas ninguem a ñ ser o medico veterinario deles vão fazer esse exame. depois da vacina de raiva no passado, ñ me transmite mais nem uma confianç
 
sandra arce em 20/10/2011 09:59:37
José Augusto tem toda razão (claro, ele é veterinário e sabe o q está falando). Eliminar os pobres bichinhos não resolve nada, só causa dor e tristeza. O vetor tem q ser controlado, a população tem q colaborar no sentido de não acumular lixo nem em casa e nem na rua. Quanto a recolher o cocô dos cachorrinhos, mencionado pela Vera, sempre q saio com eles levo um saquinho e não deixo nada para trás
 
Rosangela Macia em 20/10/2011 07:54:07
E campanha para os donos de cães que passeiam na rua recolherem as fezes num saco plástico? Nunca vi. É preciso educar a população a levar saco de plástico ao sair com seus cães e recolher para jogar no lixo qdo voltar para casa. As vias públicas não são banheiros, vamos colaborar com a limpeza.
 
Vera Rolim em 20/10/2011 07:05:22
Quando é que o CCZ ( Centro de Controle de Zoonoses ) vai assumir que matar cachorro não adianta ???

Para mim, como veterinário, doenças transmitidas por vetores são combatidas combatendo o VETOR e não tanto o reservatório. O que o CCZ tem feito para o controle do Vetor ???
NADA!!!

Vamos aguardar o dia que eles vão assumir o erro.

Abraços!
 
José Algusto em 20/10/2011 06:37:57
O trabalho dos agente de saúde é inútil se a população não colaborar. O grande problema é o acúmulo de lixo na própria casa. Outra dica é manter os cães com coleira repelente e com aplicação de citronela para evitar o contágio dos bichos e assim os vetores do mosquito palha. E, claro, focos de água parada, que propiciam tanto o surgimento do mosquito da leishmaniose como o da dengue...
 
Herotildes Fonseca em 20/10/2011 06:09:12
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