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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

07/04/2011 17:47

Novo piso de professores vai causar impacto de R$ 5,4 bi para municípios

Jorge Almoas

A decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a constitucionalidade do piso nacional dos professores vai causar um impacto de R$ 5,4 bilhões nos cofres dos municípios, afirma a CNM (Confederação Nacional dos Municípios). O estudo não considera a regra de um terço da jornada de trabalho destinada às horas-atividade, que aguarda voto do ministro Cezar Peluso.

No relatório, a CNM aponta que, somente em horas-atividades, o valor do impacto deve ser de R$ 3,1 bilhões para a contratação de 180 mil professores.

A avaliação da CNM é que a decisão dos ministro do STF vai debilitar ainda mais as contas municipais. “Se a regra do 1/3 de horas-atividades for aprovada, somada ao impacto do vencimento inicial, no estado do Rio Grande do Sul, por exemplo, o custo adicional será de R$ 189 milhões. A Bahia será a mais prejudicada com R$ 754 milhões de acréscimo”, explica Paulo Ziulkoski, presidente da CNM.

Para calcular o impacto, a CNM tomou como base a atualização do piso em 2011, nos valores efetivos do Fundeb (Fundo Nacional de Desenvolvimento do Ensino Médio). O valor do piso será de R$ 1.239,27 para jornada de 40 horas semanais.

Em 2009, a média de investimento dos 5.333 municípios que aplicaram acima dos 60% definidos em lei, foi de 73,3%.

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É uma constrangedor ver que essa CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS MUNICIPIOS ainda não entendeu que gastos com educação é investimento e não prejuizo.
 
paulo cesar em 08/04/2011 07:48:38
Educação não é despesa e sim investimentos exemplos de tantos países que saíram de crises e mudaram totalmente seu padrão de vida em poucos anos , quanto as chamadas horas para preparação ,correção de trabalhos e provas etc...certamente os professores não entregariam notas dos alunos em dia ,para quem sabe professor para elaborar uma boa aula corrigir trabalhos e provas ,tem que trabalhar sábado e domingo , já passa a semana toda sem poder dar atenção a família ,que eu saiba é o único que leva trabalho para ,por todo este trabalho extra não recebe nada ,além do desgaste mental ,sala cheias de .mau ventiladas etc....problemas sérios com alunos que não querem nada com nada ,pois já estão consciente que no final do ano acaba sendo promovido de sem muito esforço, já professores das Universidade é ao contrário , contrato de 40 horas , aula mesmo no máximo 8 horas , e desgaste mental é menor , os alunos tem interesses e objetivos independentes da didática do professor , por que não copiar o modelo que o Governador José Fragelli ,realizou em MT na época ,naquela época existia o pagamento da caixa escolar , o governador estabeleceu que cada aluno pagaria a caixa escolar de acordo com declaração de renda dos pais , o que aconteceu sobrou vagas nas escolas públicas para alunos pobres e os bem nascidos foram para escola particular ,veja naquela pobre tinha que pagar escola particular ou ficar sem estudar , o mesmo ocorre hoje nas universidades ,os cursos considerados pela elite não pagam nada nas universidades públicas ,já os pobres são obrigados a pagar universidades ,faculdades particulares , se estabelecer cobrança de acordo com a renda nas universidades públicas vai sobrar dinheiro e fiscalizar melhor certas verbas que são aplicadas nas universidades ,é necessário realizar esta mudança o mais rápido possível , e mudanças no atual sistema de ensino para que o aluno saia da escola com base de conhecimento para o mercado de trabalho ou seguir um curso superior , chega de diplomados semi-analfabetos ., e maior respeito ao trabalho do professor que prepara a criança e o jovem para o futura . Educação é Investimento para uma sociedade mais justa e perfeita .
 
paulo roberto marques pereira em 08/04/2011 02:11:42
Quem paga as contas é o povo não sai do bolso dos governadores e prefeitos, eles reclamam para sobrar mais para gastarem a toa.Quem realmente trabalha tem que ganhar.A verba vem do governo federal.
 
Carlos Alves em 07/04/2011 08:38:22
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