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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

14/01/2014 09:44

Número de mortes por leishmaniose teve aumento de 43,7% no Estado

Viviane Oliveira

O número de mortes por leishmaniose visceral aumentou em 15% em Mato Grosso do Sul, de acordo com dados da SES (Secretaria Estadual de Saúde). No último relatório, de janeiro a 20 de novembro do ano passado foram registrados 207 casos com 23 mortes causadas pela doença. Desde 2010, houve aumento de 43,75% no número de óbitos.

Em 2012, foram registrados 303 casos com 20 mortes. Se comparado ao ano passado o número de casos diminuiu, no entanto subiu a quantidade de mortes causadas pela doença.

Conforme o relatório, nos últimos 3 anos os casos de mortes só vem aumentando no Estado. Em 2010, foram registrados 214 casos e 18 mortes, em 2011, foram 273 com 16 mortes.

A doença é causada pelo mosquito flebótomo, também conhecido como birigui ou mosquito-palha. O mosquito busca alimentos nessas áreas e pica os cachorros, que acabam infectados pelo parasita leishmânia.

A leishmaniose é uma doença infecciosa, causada por parasitas, que pode se manifestar na forma visceral ou cutânea. No ser humano a doença leva de dois a quatro meses para aparecer e tem cura. Nos animais, os primeiros sintomas demoras de três a dez meses para surgir e não tem cura.

A reportagem entrou em contato com a Secretaria de Saúde de Campo Grande para saber os dados locais, mas até o fechamento desta matéria não houve retorno. 

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The general population should force more investment to be done by governments and big pharma companies in new ways to control this killing disease. Most of the drugs currently available are not adequate.
 
Anny Fortin em 22/01/2014 06:57:51
Os habitos e forma de procriaçao do flebótomo são diferentes por exemplo do mosquito da dengue ,o fumacê de nada adianta no combate do flebótomo,o que deveria ser feito é informar mais a população sobre a doença,principalmente sobre a prevenção dela em relação aos seus animais(Cães),pois oque eu vejo é um monte de gente falando que não entrega os seus cães infectados,e que o tratamento é um direito deles,mas não mais facil prevenir,ja que eles tem condições financeiras para o tratamento pq não vacinaram os cães e tomaram as medidas preventivas,a prefeitura de CG oferece um serviço de borrifação residual de inseticida nas residencias mas os indices de recusa são altissimos,por pura preguiça,pois a grande maioria das alegações é que após a borrifação ,eles vão ter muito trabalho de limpar
 
Marcelo Nascimento em 18/01/2014 20:26:29
Não podemos desistir nunca... se cada um fizer um pouquinho, no final faremos UM MONTÂO!!!
www.diganaoaleishmaniose.com.br
Unidos somos muito mais fortes!!
Continuemos, tenho a certeza de que já somos mais que vencedores!!
 
Marli Pó em 15/01/2014 00:15:37
E finalizando, precisamos nos informar mais sobre a Leishmaniose para sabermos e que é , quem faz parte da cadeia de transmissão , o que fazer para evitar, etc.
É ler trabalhos científicos atualizados antes de culparem os cães, lembrando que leishmaniose é doença de mamíferos e culparmos somente o cão como único "" picado e transmissor " é simplificar demais uma doença tão complexa.
 
Vivi Vieri em 14/01/2014 23:39:54
Enquanto o programa brasileiro permanecer o mesmo ( 50 anos, desde 1963), continuaremos a perder vidas humanas e animais.
O mundo trata e o Brasil mata!
E o que tem ocorrido são as vitórias na justiça, as pessoas questionando a matança indiscriminada, a falta de campanhas preventivas e quem sabe assim o Brasil muda e investe em outras ações para o controle da doença, pois acabar não tem como, mas pode-se controlar e infelizmente vamos ter que aprender a conviver com ela.
Leishmaniose é causada pelo desequilíbrio ambiental e assim os flebotomíneos se adaptaram ao nosso meio ambiente e deitam e rolam com a fartura de alimentos que encontram. Prevenir é sempre o melhor caminho e cada um deve fazer a sua parte, poder público, sociedade organizada e a população.
 
Vivi Vieri em 14/01/2014 23:33:29
A OMS recomenda a castração para controle de zoonoses e não a matança que é feito em nosso país.
Em todos os países em que adotaram políticas de eutanásias, o resultado foi a volta da doença com mais intensidade em humanos, pois mesmo retirando o cachorro de circulação, a doença continua por causa da presença de outros reservatórios, entre eles o próprio homem quando doente.
Existem várias falhas no programa que nós leigos conseguimos ver de forma clara, mas não entendo por que o poder público insiste em um programa ineficaz, anti ético e antigo e baseado em uma portaria que não tem força de lei. Certa vez li em um estudo que é por causa do custo benefício, é mais barato matar cães que prevenir... tem que matar x cães para controlar a doença...triste matemática.
 
Vivi Vieri em 14/01/2014 23:21:27
Há anos o Brasil insiste no abate canino, em algumas cidades matam gatos também e o que vemos? Aumento da doença, falta de informação colocando o cão como vilão. Leishmaniose é doença de mamíferos, até o ser humano doente tem a capacidade de infectar o inseto e hoje temos os ratos dentro das cidades e a presença de animais silvestres dentro das cidades.
Os produtos repelentes e preventivos são caros dificultando que a maioria da população possa comprar.
Já foi pedido aos representantes do MS em reuniões e audiências públicas para que reduzissem as taxas que incidem sobre coleira, vacinas e até agora nada.

 
Vivi Vieri em 14/01/2014 23:09:16
Falar q não existe controle eficaz é facil , o duro é viver a vida q o agente d combate vive, a população sempre recusa o trabalho de borrifação residual , alegando alergias , o serviço tem q ser feito interna e externamente nas residências + a população não aceita tornando assim o serviço ineficaz . Muitos moradores fazem o agente de besta marcam pro agente voltar outra hora e saem pra não realizar o serviço e o mosquito da leishmaniose tem mts habitos diferentes do mosquito da dengue o fumacê é tempo perdido contra eles.
 
ANDERSON PATRICK em 14/01/2014 16:02:32
Aonde estão os 20 carros "fumacês" que o prefeito fez desfilar no dia 15/12/2013, inclusive ele comandava o desfile??? Ele fez a maior propaganda e até agora não vi esses carros borrifando o produto contra a dengue!!! Será não podem ser utilizados para borrifar o veneno contra o mosquito da leishmaniose também??? Vamos lá prefeito faça alguma coisa por nós. Socorroooooooo....
 
Marcílio dos Reis em 14/01/2014 15:21:59
30 anos de serviço me levam a comentar o que se segue:
- Os programas do governo estão errados e não há resolutividade (altos índices de recusa na borrifação e, principalmente, eutanásia dos cães infectados sem as devidas precauções).
- Ao realizar a eutanásia dos animais sem haver a borrifação, o vetor infectado irá procurar outra fonte alimentar, inclusive o homem ou outro cão, perpetuando a circulação do protozoário, bem como de nada adianta realizar a borrifação deixando animais infectados ou suspeitos nos imóveis nascerão outros vetores e se infectarão também.
É inaceitável as atuais circunstâncias por que passa mais este Programa do Governo. INFELIZMENTE ESSA É A CARA DO BRASIL. Eu sei como acabar com ela (Leishmaniose). Eles querem? Tenho certeza que não.
 
JAMES RUDY SILVEIRA em 14/01/2014 14:42:46
Oi, Vivi! Além dos cães, roedores silvestres como nossas capivaras e até os ratos urbanos também são reservatórios do parasita. Para conter a doença, é preciso promover a profilaxia através da limpeza dos quintais, lixo fechado, tratamento de cães positivados, uso de repelente e do fumacê. O abate sanitário de cães não resolve o problema, enquanto o tratamento, além de negativar animais, inclui etapas que afastam o mosquito, que morre de fome ou por contato com inseticida. O poder público também tem um papel importante nisso com as visitas às residências e a aplicação de veneno atravês dos caminhões de fumacê. Um abraço!
 
Guilherme Cavalcante em 14/01/2014 13:34:59
Se a prefeitura não colocar o fumacê nas ruas não vai adiantar nada, o que transmite não é o cão, gato, galinha e capivara mas sim o mosquito, precisamos de um controle efetivo do mosquito, a dengue tá aí, vamos matar todo bicho com leish? Então vamos extinguir a população de capivaras na cidade e no estado, parem com a morte dos cães e comecem a pensar com a cabeça, precisamos de pessoas com inteligencia para tratar epidemias.
 
maximiliano nahas em 14/01/2014 12:40:34
Essa vacina para cães devia ser gratuita, todos os animais deviam ser vacinados......
 
Andrea Pires em 14/01/2014 12:17:58
Infelizmente a população também é culpada, jogam lixo em toda parte! Não respeitam nada, não podem verem um terreno baldio, Não adianta só o poder público agir, a população também tem que tomar vergonha na cara e se conscientizar em preservar o meio ambiente...no meu bairro tem uns sem noção que entupiram uma rua, quer dizer que deveria ser rua com lixo, entulhos,móveis velhos! Infelizmente o Brasil é assim a população colhe o que planta!!!
 
Etiene mendonça em 14/01/2014 10:57:30
Numero de morte pela leishmaniose tende a aumentar, pois a doença esta em expansão no estado e o controle do vetor e quase impossível pois nos residimos em um estado com reservas naturais de preservação ecológicas, já o hospedeiro não se limita só ao cão, mas por grande parte de animais de pelos silvestre, para citar um que é o gamba urbano e sub-urbano. Creio que um dos meio para diminuir o numero de mortes e controlar a doença é através do diagnóstico da doença e tratamento imediato.
 
luís eloy alves da costa em 14/01/2014 10:50:18
Miltefosina 20 mg/ml
"Este é um dos medicamentos para o tratamento do cão infectado com leishmaniose, que apesar do laboratório responsável, a VIRBAC, ter filial aqui no Brasil, o Ministério da Saúde não permite a importação, alegando que vão usar o componente em tratamento de humanos."
Fonte: www.abrigodosbichos.com.br/forum/Topico849.htm
 
Romeu Luitz em 14/01/2014 10:35:43
E a gente se pergunta.... Cadê as políticas públicas para o controle do vetor??? Eliminar reservatórios não vai impedir o contágio de novos reservatórios, até mesmo porque existem várias espécies, não só o cão, mas o gato, galinha, capivaras entre outras que são reservatórios da doença. Vamos lutar por políticas mais efetivas... cadê os fumacê??? Isso sim ajudaria e muito o controle de vetores, não só leishmania como dengue entre outros... por que não distribuem coleiras repelentes para nossos cães mais???? cadê os multirões de limpeza... por que não multam as pessoas que não cuidam devidamente de seus quintais??? Matar cachorro não resolve o problema, devem ser realizadas ações em conjunto... ações isoladas levam a essas estatísticas!!!
 
Patricia Cáceres de Freitas em 14/01/2014 10:26:17
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