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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

19/08/2014 23:17

Placar da vida registra 23 dias sem acidentes fatais em Campo Grande

Eduardo Penedo

O GGIT (Gabinete de Gestão Integrada de Trânsito) registrou um placar recorde de 23 dias sem acidentes fatais no trânsito de Campo Grande. Essa estatística faz com que o Placar da Vida registra esse recorde. Cada óbito no local ou em decorrência de um acidente de trânsito, no período de até 30 dias de internação, zera o placar.

Os motociclistas ainda são os principais causadores e as vítimas de acidentes no trânsito de Campo Grande. Dentre as 65 mortes no mês de julho, 37 foram de motociclistas, já em junho, foram 55 mortes e 32 de motociclistas.

O Placar da Vida foi lançado no dia 11 de maio de 2011, como uma ação da Década de Ação de Segurança no Trânsito.

A Agência Municipal de Transporte e Trânsito-Agetran tem intensificado os trabalhos de fiscalização e educação para o trânsito visando conscientizar o condutor sobre os riscos de acidentes. O diretor-presidente da Agetan, Jean Saliba, ressalta que a conscientização ainda é a melhor maneira para a redução do número de acidentes.
“É importante que o condutor obedeça às leis de trânsito. Se cada um fizer sua parte, respeitando o próximo, conseguiremos diminuir a estatística de vítimas no trânsito”, disse.

Ainda conforme Saliba, não basta apenas conhecer a legislação, é preciso consciência da necessidade de respeitá-la. “Queremos reduzir ainda mais o número de acidentes causados por excesso de velocidade, sendo assim, vamos trabalhar com a fiscalização nos pontos mais críticos da cidade”, garantiu.

Dados do estudo estatístico do GGIT mostram que a incidência maior de acidentes com vítimas fatais no trânsito de Campo Grande ocorre entre jovens na faixa etária de 18 a 25. Os acidentes concentram-se principalmente em avenidas largas e bem sinalizadas e ocorrem, prioritariamente, nos finais de semana. O excesso de velocidade ainda é apontado como um dos principais motivos para acidentes fatais. Uma série de fatores explica o aumento da vitimização juvenil como o abuso de álcool, a alta velocidade e a facilidade de acesso a carros.

De acordo com a chefe de Divisão de Educação da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Ivanise Rotta, os dias de vidas preservadas é consequência das ações proativas que os cidadãos e o poder público estão desenvolvendo em prol da segurança do trânsito. “É preciso refletir a qualidade de vida de toda população e agir a favor com atitudes de segurança”, destacou.

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