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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

21/06/2016 09:40

Polícia queima droga avaliada em R$ 66 milhões; apreensões cresceram 7%

Fernanda Mathias e Alberto Dias
Droga foi apreendida em 30 cidades do Estado; neste ano o volume de apreensões já supera do mesmo período de 2015 em 7% (Foto: Fernando Antunes)Droga foi apreendida em 30 cidades do Estado; neste ano o volume de apreensões já supera do mesmo período de 2015 em 7% (Foto: Fernando Antunes)

Nesta manhã são incinerados no frigorífico JBS, em Campo Grande, 83.028.901 quilos de drogas, dos quais 80,9 toneladas de maconha e 2,11 de cocaína, apreendidos em 30 cidades do Estado.  Segundo o governador, Reinaldo Azambuja, a droga que é incinerada é avaliada em R$ 66 milhões.

Somente nos cinco primeiros meses deste ano ações da polícia estadual de Mato Grosso do Sul, incluindo o DOF (Departamento de Operações na Fronteira), resultaram em 109,1 toneladas de drogas apreendidas, um volume recorde, segundo o delegado geral da Polícia Civil, Marcelo Vargas Lopes, que participa da solenidade de queima de drogas. Em relação ao mesmo período de 2015, o aumento é de 7%.

O volume corresponde a somente uma parte das apreensões, ao longo de 2015 foram 280 toneladas de droga. Isso porque até a incineração há todo um trâmite e é necessária ordem judicial.

Delegado Marcelo Vargas diz que se por um lado atividade do tráfico é mais intensa, de outro ação da polícia é mais efetiva (Foto: Fernando Antunes)Delegado Marcelo Vargas diz que se por um lado atividade do tráfico é mais intensa, de outro ação da polícia é mais efetiva (Foto: Fernando Antunes)

Marcelo Vargas explica que as ações de combate ao tráfico foram intensificadas e a meta é neste ano atingir 300 toneladas em apreensões. Para o delegado, o aumento da apreensão ao mesmo tempo reflete a maior atividade do tráfico, mas também efetividade da polícia, que conta com mais delegacias e efetivo reforçado.

Enfatizando o impacto do tráfico para o erário, o secretário de estado de Segurança, José Carlos Barbosa, lembrou que hoje seis mil detentos no Estado cumprem pena por este crime, um custo de R$ 11 milhões mensais aos cofres públicos.

A última queima de drogas foi em outubro do ano passado, quando 48 toneladas foram incineradas. O evento conta com presença maciça de autoridades, dentre elas delegados, juízes e servidores do judiciário.



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