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Campo Grande, Sábado, 15 de Dezembro de 2018

21/02/2008 14:24

Presa diz que levaria cocaína para o pai de Marcola

Redação

A prisão de uma mulher com 520 gramas de cocaína ontem, na BR-463, estrada que leva a Ponta Porã, chamou a atenção não pela quantidade, mas sim pela destinação que a presa disse que o entorpecente teria. Depois de ser flagrada com a cocaína em um ônibus que ia de Bela Vista para São Paulo, Patrícia Regina Félix Leite, de 37 anos, disse que entregaria a droga em Piracicaba, no interior de São Paulo, a um homem que identificou com o pai de Marcola, como é conhecico Marcos Willians Herbas Camacho, tido como um dos criminosos mais perigosos do país, hoje cumprindo pena em Presidente Bernardes, no interior de São Paulo.

Patrícia foi levada para a sede da PF (Polícia Federal) de Ponta Porã, onde repetiu a mesma história. O pai de Marcola, cujo nome não foi informado, é de origem boliviana, como indica o sobrenome dele. Segundo a informação da PRF, a ligação entre a mulher presa e o pai do criminiso será investigada.

A PRF prendeu ontem também outra mulher que seria do mesmo grupo que Patrícia, a acadêmica de Direito Michele Fabiana Batista, de 28 anos, também em um ônibus que trafegava pela BR-463, entre Ponta Porã e Campo Grande. Ela estava com 1,8 kg de cocaína, que, segundo disse, seria levado para Ourinhos, também no interior de São Paulo.

Uma denúncia anônima levou a PRF até às duas mulheres. Segundo a informação, elas chegaram juntas à fronteira. Depois de presas, revelaram uma origem distinta para a cocaína. Patrícia disse ter pego o entorpecente em Coronel Sapucaia, enquanto Michele informou ter pego a droga em Ponta Porã.

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