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Campo Grande, Sexta-feira, 24 de Novembro de 2017

15/06/2009 14:04

TJ concede habeas corpus a quadrilha do bilhete premiado

Redação

O TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) concedeu na tarde desta segunda-feira habeas corpus em caráter liminar aos quatro acusados de estelionato.

A liminar foi concedida pelo desembargador Carlos Eduardo Contar, contra o parecer da PGJ (Procuradoria Geral de Justiça).

Com isso, foram soltos nesta tarde: José Aparecido dos Santos, Josyane Hung Aly Santos (filha de José), William Carlos de Oliveira e Celly Hung Aly Santos (esposa de José).

O advogado deles, Benedicto Arthur de Figueiredo Neto, explica que só conseguiu a liminar agora porque nem mesmo os acusados tiveram acesso ao inquérito.

Ele diz que o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) só deu acesso aos autos 15 dias após a prisão (dia 19 de maio), por determinação do TJ.

Segundo Benedicto, o Gaeco alegava que o caso tramitava em segredo de Justiça. "Eles não tiveram nem acesso às provas que já tinham sido produzidas contra eles".

Acusação - De acordo com o MPE (Ministério Público Estadual), a quadrilha, que foi presa em Rio Claro, interior de São Paulo, foi reconhecida por pelo menos cinco vítimas em Mato Grosso do Sul.

A estimativa da Polícia é que a quadrilha tenha conseguido R$ 270 mil em dinheiro e jóias das vítimas. Quatro pessoas da Capital e uma do município de Chapadão do Sul caíram no golpe.

O artifício usado era sempre o mesmo. Um dos integrantes, geralmente mulher, abordava uma pessoa na rua e dizia ter um bilhete premiado da Mega Sena. No meio da conversa, outro integrante se aproximava e fingia acreditar na história.

A mulher então dizia que precisava de um bem ou quantia em dinheiro para entregar o bilhete. Depois que a vítima entregava, os golpistas desapareciam.

Segundo registros policiais, um dos golpes ocorreu em 2007 e outros três apenas neste ano. Das cinco vítimas feitas no Estado, quatro foram na Capital. Somente em um dos casos eles não conseguiram levar nada da vítima.

Além de MS, a suspeita da Polícia é que o bando tenha aplicado o golpe também no interior de São Paulo.

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