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Campo Grande, Sábado, 22 de Setembro de 2018

26/05/2018 15:08

TJMS adia fórum nacional devido à greve dos caminhoneiros

O evento seria realizado no dia 30 deste mês em Bonito; nova data deve ser marcada para o próximo semestre

Guilherme Henri

O TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) adiou a 5ª edição do Fórum Nacional da Justiça Protetiva devido a greve dos caminhoneiros. O evento seria realizado no dia 30 deste mês em Bonito – a 257 quilômetros de Campo Grande.

Conforme divulgado pelo tribunal, “a decisão é resultante da paralisação dos caminhoneiros, já que a crise de abastecimento que assola o país tornou absolutamente inviável a realização do encontro em território sul-mato-grossense ou qualquer outro estado da federação”.

Uma nova data deverá ser marcada para o segundo semestre deste ano. No evento, seriam debatidos temas sobre políticas e legislação voltadas aos cidadãos infanto-juvenis.

Além do TJMS, o TRT (Tribunal Regional do Trabalho) adiou para o dia 17 de junho as provas do processo seletivo para estágio em Campo Grande e em outras quatro cidades de Mato Grosso do Sul também devido a greve dos caminhoneiros. Além das provas, eventos em diversas áreas também foram adiados ou cancelados pela greve,

O TRT (Tribunal Regional do Trabalho) adiou para o dia 17 de junho as provas do processo seletivo para estágio em Campo Grande e em outras quatro cidades de Mato Grosso do Sul devido a greve dos caminhoneiros. Além das provas, eventos em diversas áreas também foram adiados ou cancelados pela greve.

Paralisação – Os protestos iniciaram no domingo, em 25 estados, mas foi na segunda-feira (21) que os caminhoneiros passaram a bloquear as rodovias em Mato Grosso do Sul contra o aumento do valor do diesel e política de preços da Petrobras.

A Petrobras, então, decidiu manter a redução de 10% no valor do diesel nas refinarias e representantes do governo e entidades de caminhoneiros anunciaram a suspensão da paralisação, por 15 dias. 

No entanto, os grupos permaneceram nas rodovias de todo Brasil, com a justificativa de que o acordo divulgado pelo governo federal não representava quem estava parado nas estradas.

 

 



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