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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

16/05/2012 17:41

Em MS, 1/3 dos lares tem computador com internet, informa pesquisa

Fabiano Arruda
Levantamento da FGV aponta que 30,72% dos domicílios em MS têm computador com acesso à internet. (Foto: Fernando Dias)Levantamento da FGV aponta que 30,72% dos domicílios em MS têm computador com acesso à internet. (Foto: Fernando Dias)

Pesquisa da FGV (Fundação Getúlio Vargas), divulgada nesta quarta-feira, aponta que 30,72% dos domicílios em Mato Grosso do Sul têm computador com acesso à internet.

O número faz MS ocupar a nona posição do levantamento entre os estados, atrás de Distrito Federal (58,69%), São Paulo (48,22%), Rio de Janeiro (43,91%), Santa Catarina (41,66%), Paraná (38,71%), Rio Grande do Sul (36,76%), Espírito Santo (36,73%) e Minas Gerais (32,64).

Outra amostra da pesquisa atesta que 38,42% dos domicílios possuem computadores, lista em que MS também aparece na nona posição, em desvantagem a Distrito Federal (66,48%), São Paulo (56,9%), Santa Catarina (54,03%), Rio de Janeiro (52,82%), Paraná (48,96%), Rio Grande do Sul (48,14%), Espírito Santo (44,44%) e Minas Gerais (41,62%).

A pesquisa também relacionou a posição dos 5,5 mil municípios do País nos dois levantamentos. Campo Grande é o melhor colocado no número de domicílios que têm computadores com acesso a internet com 41,93%, na 249ª posição. A segunda cidade do Estado melhor colocada é Dourados com 38,26%, na 406ª colocação.

São Caetano do Sul (SP) ocupa a primeira posição da amostra com 74%, enquanto São Lourenço do Piauí, com 0,43%, figura em último lugar (5565º).

No levantamento de domicílios que possuem computadores, a Capital é a melhor colocada com 50,34%, na 343ª posição. Três Lagoas é a segunda melhor colocada com 46,9% na 512ª colocação.

São Caetano do Sul e São Lourenço do Piauí também figuram na primeira e última posições deste ranking, respectivamente.

Pesquisa - O trabalho da FGV, feito por meio do Centro de Políticas Sociais, em conjunto com a Fundação Telefônica, é o primeiro de uma série de estudos sobre inclusão digital no País, que tem como objetivo as diversas formas de acesso à tecnologia digital.

A qualidade, o uso e o retorno são analisadas com o objetivo de proporcionar uma perspectiva de atuação integrada com outras ações. Segundo a FGV, o estudo pretende motivar o debate contra o chamado “apartheid digital”.

Ainda conforme informações da instituição, no Brasil, 33% das pessoas têm acesso à rede em suas casas. Isso o põe em 63º lugar entre os 158 países mapeados pela fundação. O líder é a Islândia, com 94% de domicílios conectados.

O estudo utilizou dados do Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O acesso público gratuito é utilizado por 5,52% da população. Na pesquisa, os entrevistados puderam escolher mais de uma opção de acesso.

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