O que não é chique: 8 atitudes que prejudicam sua imagem
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Entrando na trend do Instagram, escrevi sobre alguns comportamentos que prejudicam você na vida pessoal e profissional
O que eu mais gosto na palavra elegância é que ela não depende de uma etiqueta, de uma grife ou de um determinado estilo. Ela aparece nos pequenos gestos. Chique mesmo é quando a aparência, o comportamento e a comunicação contam a mesma história sobre quem você é.
Por isso, entrando na trend que tomou conta do Instagram, resolvi compartilhar algumas coisas que eu não acho chique:
1) Falar mal de alguém na frente de outras pessoas.
Principalmente quando a pessoa nem está presente para se defender. Criticar, expor ou diminuir alguém não fica mais elegante porque foi dito em tom de brincadeira. Para mim, discrição é uma das formas mais bonitas de elegância.
2)Tratar mal quem está trabalhando.
Garçom, vendedor, recepcionista, motorista, funcionário…Não existe roupa sofisticada que compense uma pessoa que se acha superior ou humilhe quem está prestando um serviço. Elegância aparece, principalmente, na maneira como tratamos quem não pode nos oferecer nada em troca.
3) Usar uma roupa desconfortável só porque está na moda. Se você passa o evento inteiro puxando a saia, ajeitando o decote, tentando respirar ou pensando em quando poderá tirar o sapato, talvez aquela roupa não seja tão elegante assim.
4) Corrigir alguém apenas para mostrar que sabe mais. Existe uma enorme diferença entre ajudar uma pessoa e constrangê-la. Nem todo erro precisa ser apontado, e nem todo conhecimento precisa ser exibido. Saber quando falar e, principalmente, quando não falar, também é inteligência social.
5) Ficar no celular enquanto alguém conversa com você. Claro que existem situações em que precisamos atender uma mensagem ou resolver alguma coisa. Mas, quando isso vira hábito, passamos uma mensagem bastante clara: “o que está acontecendo na tela é mais importante do que você”. Presença também comunica.
6) Exagerar nas marcas para provar status. Não tenho nada contra roupas de grife ou peças de marcas famosas. O problema está em transformar a roupa em uma espécie de outdoor de poder aquisitivo. Elegância não precisa gritar o preço daquilo que você está usando.
7) Chegar atrasado e agir como se fosse normal. Eventualmente, imprevistos acontecem. Faz parte. O que não acho elegante é transformar o atraso em hábito e ainda esperar que todo mundo simplesmente aceite. O tempo dos outros também merece consideração.
8) Sair com o cabelo visivelmente oleoso quando seria possível cuidar dele antes de sair. Não estou falando de um fio fora do lugar ou de um dia corrido. Mas quando o cabelo está claramente oleoso e com aparência de sujo, isso demonstra desleixo, ele pode comprometer até a produção mais bonita. Cabelo não precisa de grandes produções, apenas o básico bem feito: limpo e penteado.
Ou seja, chique mesmo é quando a sua imagem bonita não termina na roupa, ela aparece no seu cuidado pessoal, naquilo que você comunica e na forma como você trata as pessoas.
(*) Larissa Almeida é formada em Comunicação Social pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e pós-graduada em Influência Digital pela PUC-RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul). Durante 14 anos, trabalhou na área de comunicação e imagem em instituições como a Caixa Econômica Federal, a Prefeitura de Campo Grande, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e o Senado Federal, além de ter coordenado a comunicação da Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul). É consultora de imagem formada pela RML Academy (Royal Makeup Lab Academy) e pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, além de especialista em dress code e comportamento profissional por Cláudia Matarazzo e pela RMJ TRE (RMJ Treinamento e Desenvolvimento Empresarial). Siga no Instagram @vistavoce_.

